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quinta-feira, 29 de agosto de 2024

A evitar, absolutamente (7)

 

Cuidem-se os utentes!
Esta empresa (?) de transporte (?) de encomendas GLS, quanto a eficácia e competência, é péssima e inqualificável quanto à baixa qualidade do serviço. De 4 encomendas (2 da Alemanha, 1 da Bélgica e outra de Portugal) que lhe foram confiadas, para me serem entregues, apenas a última me chegou às mãos.
Acresce que, quanto a contactos, do lado de lá, eles ocorrem entre grunhos e um português mascavado e rude. Os agentes de transporte (a que eu chamaria carrejões) não entregam a encomenda directamente, ainda que seja de valor, não se preocupando com uma simples assinatura comprovativa de entrega. Deixam o produto à porta da rua ou no elevador. E o receptor que faça o resto...
Evitem o GLS, que nem no terceiro mundo devia ser autorizado a funcionar!






sábado, 16 de setembro de 2023

Excelências do serviço Meo/Altice


Neste geográfico rincão outrabandista, estivemos sem acesso à Internet (bem como à TV) durante cerca de 28 horas (15 a 16/9/2023), apesar dos nossos sucessivos pedidos de reposição da rede à menina Inês (da Meo), que prometia sistematicamente a reparação da avaria para dali a 8 horas. Debalde, até há pouco.
Meo/Altice, coio de ferreiras (de cruz ao peito e gel no cabelo) e pereiras indiciados, bem dignos e lídimos sucessores de granadeiros e bavas (Ai que saudades do Eng. Murteira Nabo!); mas também valhacouto de funcionários de grande competência e profissionalismo, que demoram mais de um dia para consertar uma simples avaria...


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quarta-feira, 28 de agosto de 2019

Ineficácia e caprichos marcanos - aviso à navegação


Por sua alta recreação, desde ontem, o Google deixou de permitir incluir imagens nos postes do Arpose. Não será caso único, pois, pelo menos, um outro Blogue, hoje, se queixa do mesmo. Assim vai o mundo que está sob o império marcano...
Ineficiência, mau serviço e birras de uma empresa que parece seguir, por contágio, o destrambelhamento mental que norteia o ogre que preside aos destinos do seu país. Deus bless América!, mai-los seus desmandos infantis e desordenados.

sexta-feira, 14 de setembro de 2018

Mercearias Finas 133


Tenho vindo a constatar que, de uma forma geral, a qualidade do serviço, na restauração e nos últimos anos, tem vindo a piorar, assustadoramente. Bem como a competência profissional dos empregados que servem às mesas. Parece ser fraca ou nula a aposta na formação adequada.
Não sou excessivamente esquisito, mas considero que há regras mínimas de atendimento que devem ser observadas e, é evidente, que o meu grau de exigência tem em conta e sobe, quando um estabelecimento tem ambições e preços altos.
Um caso flagrante de desequilíbrio e de amadorismo indesculpável é, por exemplo, o que se observa no restaurante Bica do Sapato (Lisboa). Em que o lado estético e modernaço das empregadas e empregados contrasta imenso com a sua deficiente formação profissional e competência. Embora a cozinha seja boa e os preços acima da média.
Um dos últimos Le Monde abordou este tema e avançava uma razão para esta decadência da qualidade de serviço, na restauração. Segundo o jornal francês, nos últimos tempos, ter-se-á sobrevalorizado a cozinha de autor e o papel dos "chefs" - que até vêm às mesas explicar a confecção dos pratos - em detrimento da proletarização e menorização do serviço de atendimento geral.
Será que Le Monde tem razão? Eu tenho dúvidas que seja só isso...

quinta-feira, 21 de setembro de 2017

Dos mínimos


Nunca me incomodou comer num restaurante atascado, desde que tivesse boa cozinha e o serviço fosse conveniente. Como também nunca realcei excessivamente as refeições tomadas em restaurantes de luxo, se também cumprissem esse desiderato, com a qualidade correspondente à sua categoria.
Nunca fui grande entusiasta da minimalista nouvelle cuisine que, no entanto, do ponto de vista estético, dá boas imagens em hebdomadários e revistas finas da especialidade. E faz a glória efémera de alguns chefs muito celebrados. Mas também nunca procurei restaurantes farta-brutos, para saciar a minha gula. No meio, acho que está a virtude. E se durante alguns anos, por motivos profissionais, me tive que habituar ao come-em-pé, infelizmente, não tenho porém qualquer problema - como muito boa gente tem - em comer sozinho. Saboreio melhor, talvez, e vou pensando, entretanto...
Não gosto de pouco espaço entre mesas. Não gosto de pedir o sal duas vezes. Lembro-me sempre que um prato que conste da ementa do dia, não deve demorar mais do que 20 minutos a chegar à mesa. E que um restaurante, minimamente competente, deve ter um empregado para cada 7 mesas. Ora, isto, até em alguns restaurantes ambiciosos é, muitas vezes, esquecido. Será em nome da tal produtividade?