Imagens como a reproduzida acima costumam acirrar a consciência de bem pensâncias.
Porventura, rebate sonso, integrado numa caminhada mas vasta de reescrita da História, com óbvias implicações nefastas para a objectividade desejável de um ramo das ciências humanas.
Curioso é que tanto nas zonas nobres da cidade de Lisboa, como junto de pindéricas lojas do Minipreço da Margem Sul, observamos, durante todo o santo dia, o vaivém dos novos "criados finos", encobrindo uma nova escravatura, promovida a um "must" moderno, chique e indispensável.
Não confundamos conceitos tão básicos como a dignidade humana com preceitos bacocos de liberalismo sem freios.
Post de HMJ

