Alexandre Herculano era um madrugador. Quando tinha visitas, em Vale de Lobos, que demoravam a acordar e levantar-se, tinha por costume despertá-las ao som de uma sua cantilena favorita que rezava assim:
"Quatro horas dorme o santo,
Cinco o que não é tanto,
Seis o estudante,
Sete o viajante,
Oito o porco,
E nove o morto."