Mostrar mensagens com a etiqueta Telmo. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Telmo. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, 31 de maio de 2024

Uma volta pelo mercado

 

Os morangos de Palmela estão a melar rapidamente e o Telmo aconselhou-nos a trazer dos de Torres Vedras que estavam mais durázios. Ficamos também a saber que a Câmara de Almada está a usar de muita burocracia e até parece que não quer alugar as bancas do mercado, que vagaram, apesar de levar de jóia inicial 400 euros, mais 50 todos os meses, de aluguer, aos feirantes.
A D. Leonor tinha muito peixe, e do bom, embora o linguado estivesse caro: a 26 euros. E a garoupa a 16,95. Acabei por não resistir a mais uma vernissage - o peixe era bonito. De nome: rainha ou corvinata real e vinha ainda com mílharas róseas. O homem da traineira da Costa trouxera 4, mas a D. Leonor já só tinha uma. Era em conta, estava a 9,95 euros o quilo. Comprei-a.
A ver vamos, depois, se valeu a pena.

segunda-feira, 10 de abril de 2023

Mercearias Finas 188



A banca de frutas e verduras do Telmo fica na esquina que vai dar ao corredor que tem, ao fundo, a banca de peixe da Leonor, no Mercado do Monte. Em vésperas do fim-de-semana pascal, ambas estavam repletas de produtos frescos e tentadores. Acabamos por trazer o que desse até ao Domingo em que o anho tinha lugar cativo à mesa. E o vinho, retirado da horizontal na garrafeira, já estava ao alto na mesa, pronto a abrir. Com 23 anos de idade o tinto da colheita seleccionada, naturalmente, teve que ser decantado e lá ficou a respirar cerca de 3 horas, antes de vir a ser servido, para acompanhar o chibinho e um queijo de pasta mole, caprino, que bem o mereciam.
Com 13,5º, o lote com Touriga Nacional, Syrah, Cabernet Sauvignon e Trincadeira, dava ainda sinal de taninos, mas suaves, e não deixou ficar mal a criação proficiente de Jaime Quendera, enólogo que muito tem feito pela Adega de Pegões (passe a publicidade...) - aqui o deixo exarado e com louvor merecido.

domingo, 13 de novembro de 2022

Assim foi



Embora tardiamente no ano (razões da Natureza caprichosa, e em relação ao passado), este fim-de-semana, deu para provar, pela primeira vez, castanhas (cozidas) e para HMJ instalar a fabriqueta caseira para produzir, com desvelo, a geleia e marmelada das gamboas que o Telmo nos tinha fornecido da sua banca. Tudo saiu a contento, como se pode ver, e porque já as provámos, gulosamente.

domingo, 9 de junho de 2019

No tempo das cerejas


Amália Rodrigues dizia, com graça evasiva, quando lhe perguntavam a idade, que tinha nascido no tempo das cerejas. O que, nessa altura, seria pelos idos de Julho. Ora, hoje em dia, elas chegam mais cedo. E, este ano, já provámos as da Gardunha e fomos buscar, esta manhã, uma caixa delas e de Resende, ao Telmo, que é um moço singular. A rondar os 30, é licenciado em História, e esteve, no ano passado, num dos Emirados, a praticar arqueologia. Ganha a sua vida, e creio que bem porque é competente naquilo que faz, no Mercado do Monte, à frente do  seu lugar de frutas e verduras de boa qualidade e frescura. Atencioso, sério e com um sorriso sempre pronto, natural.
À saída, ainda vi ao longe, a filha da Leonor, que ajuda a mãe, aos fins-de-semana, a amanhar e vender peixe. Pequena, jovem e franzina de corpo, é dinâmica e simpática. Como o Telmo, também é formada em História e está a acabar o Mestrado.
O Mercado do Monte tem destas singularidades humanas e, por encomenda ao Telmo, umas magníficas cerejas de Resende. Que, lá para a noitinha, hão-de encher alguns frascos de compota, sob a sábia administração e manufactura de HMJ.
Assim seja!

Em tempo e mais tarde: