Mostrar mensagens com a etiqueta Santo António. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Santo António. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 13 de junho de 2024

Um quadro

 

De Lisboa ou de Pádua, a iconografia antoniana é vastíssima. De El Greco a Josefa de Óbidos, passando por Giotto, a representação de Santo António (1195-1231) evolui por vários estádios e figuras, quase todas elas através de silhuetas  corporais elegantes e traços de rosto finos e nobres, etéreos.
Mas se me fora dado escolher apenas um quadro, eu não hesitaria em preferir a pintura do português Gregório Lopes (1490-1555) do acervo do MNAA, de que se guarda uma réplica no Museu Antoniano, junto à Sé de Lisboa. Pelo seu aparente realismo e humanidade.

domingo, 13 de junho de 2021

Pessoa popular

 

1.
No dia de Santo António
todos riem sem razão.
Em São João e São Pedro
como é que todos rirão?

2.
Santo António de Lisboa
era um grande prégador,
mas é por ser Santo António
que as moças lhe têm amor.


Fernando Pessoa (1888-1935), in Quadras ao Gosto Popular (Ática, 1965).

sábado, 13 de junho de 2020

Filatelia CXXVII


Não se esqueceu MR, no seu blogue Prosimetron, de celebrar com diversos motivos o feriado de Sto. António, que hoje passa. Mesmo através da filatelia, reproduzindo uma flâmula e um selo utilizado, em 1981, da série de dois (Esc. 8$50 e 70$00) dedicados ao Santo que Lisboa, hoje, lembra.
Já antes porém (1895) os Correios Portugueses tinham emitido, na segunda série comemorativa (a primeira fora dedicada ao Infante D. Henrique, em 1894) nacional, um conjunto de 15 selos antoninos, cujos desenhos tinham sido executados pelos artistas António M. Ramalho e Carlos Reis.
O verso dos selos transcreve um excerto de S. Boaventura. Esta série é hoje rara e valiosa.


Em 1931, os CTT voltaram a lembrar-se de Santo António e emitiram um novo conjunto de 6 valores, com desenhos de Arnaldo Fragoso, António Lima e Júlio Alves. Como a série tardava a esgotar-se, os selos vieram a ser sobretaxados, em 1933, reentrando em circulação, até 1945.

para MR, e em geminação com o Prosimetron.

sexta-feira, 12 de outubro de 2012


É uma riqueza esquecida, esta dos ex-votos portugueses, muito embora o Museu Nacional de Arqueologia e Etnologia tenha no seu acervo uma colecção apreciável. Entre o naïf mais cândido e a fé no absoluto, aqui ficam 2 ex-votos portugueses. Um de agradecimento a Santo António, outro de acção de graças a N. Sra. da Fonte Santa. Ambos por causa de vacas...

quarta-feira, 13 de junho de 2012

Adagiário XCV : Antoniano


1. Santo António tira a dor, mas não tira a pancada.
2. Nem Deus com um gancho, nem Santo António com um garrancho.

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Filatelia IX : selos comemorativos


O primeiro país a emitir selos para uso postal foi a Inglaterra, em 1840. Seguiram-se-lhe a Suiça (Zurique) e o Brasil, ambos em 1843. Portugal teve os seus primeiros selos em 1853. Estes selos iniciais - selos base, digamos, em linguagem filatélica - tinham, como motivos iconográficos, a imagem do chefe do estado, um símbolo nacional ou, simplesmente, o número indicativo da taxa de porte (Brasil e Suiça, por exemplo). Só posteriormente vieram a aparecer os chamados selos comemorativos, que eram emitidos para celebrar uma data, um acontecimento histórico, ou alguém célebre.
Foram os Estados Unidos da América os pioneiros, em 1893, a pôr em circulação uma série, comemorativa, sobre Cristovão Colombo. Mas, desta vez, Portugal não se atrasou: em 1894, saíu a 13 de Março uma série a comemorar o 5ºCentenário do nascimento do Infante D. Henrique, com 13 valores e desenhos de Veloso Salgado. E, no ano seguinte (1895), a 13 de Junho, saía a série comemorativa do 7ºCentenário do nascimento de Santo António, de 15 valores e desenhos de Monteiro Ramalho e Carlos Reis.
Destas 2 séries comemorativas portuguesas se mostram alguns exemplares.