Sabia pouco de Mísia, até ontem. Para lá dum certo exotismo trabalhado, que tinha de memória visual, e de um rasgado elogio de E. P. C. - que não ajudou nada -, pouco mais. Mas, ontem, ao ouvir as respostas de Mísia, numa entrevista, dei-lhe o meu benefício de dúvida. E ouvi-a. Daí este fado singular, fora de tempo e horas. Para resmonear.
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
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