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domingo, 3 de maio de 2015

Breve


Vai, em parte, com iniciais, este poste, para eu me poupar a escrever os nomes da vergonha...
Porque há, no mínimo, qualquer coisa de obsceno, neste elogio do PM, feito há dias, em Aguiar da Beira, ao ex-conselheiro de Estado, que tinha integrado a cúpula do BPN/SLN.


quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Ignorantes, contrabandistas e negreiros


Do quadro de Crivelli, que terá passado a monte para França, nunca mais se ouviu falar...
Entretanto, ao que parece, fundamentando e dando razão à providência cautelar interposta por alguns portugueses, conhecidos e anónimos, o Tribunal Administrativo de Lisboa, interditou a venda de 85 telas de Miró (que pertenciam ao BPN), pela Christie's, sobretudo pela forma ilegal, soez e escondida de como os quadros saíram de Portugal para a Inglaterra.
Pragmaticamente, talvez valha a pena acrescentar mais alguma coisa. Qualquer comerciante, por muito burro que seja, ou qualquer marchand, em início de carreira, saberá que, colocar à venda, ao mesmo tempo, 85 obras de um mesmo Artista célebre e consagrado, provocará, de imediato, um abaixamento de preços no Mercado.

Nota posterior: em nome do rigor, devo rectificar que não foi o T. A. de L. que impediu e evitou o leilão das obras de Miró, mas o facto fica a dever-se a uma decisão da Christie's, resultante duma avaliação dos pressupostos, pouco claros e seguros, do negócio.

quinta-feira, 28 de março de 2013

Produtividade Portuguesa


E o BPN, senhores juízes? E o BPP?

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Da Janela do Aposento 24: Carta Aberta




No momento em que o “governo de gestão financeira” se prepara para cumprir mais uma ordem de contabilistas cegos internacionais, os mais atentos já se aperceberam que, relativamente às novas poupanças propostas de 4.000 milhões de euros ( ou será outro montante, já que são valores acima do meu entendimento), era mais fácil ir ao bolso do cidadão comum do que beliscar alguns responsáveis por um “buraco” de montante idêntico no BPN.
Eu, em consciência, nunca pedi aumentos acima das “minhas”, nem das possibilidades do Estado. Se, no passado, alguma vez beneficiei de uma legislação “promotora” da carreira docente, ela surgiu, sem sombra de dúvida, para beneficiar, em primeiro lugar, algumas “Marias” que conhecemos muito bem e que, por falta de tempo de serviço, precisaram de uma promoção antes da aposentação.
Quando se chegou à conclusão de que uma medida de benefício pessoal, alargado, inevitavelmente, a um conjunto muito vasto, resvalava para o “chamado pântano”, optou-se pelo “travão a fundo”. Como as “Marias” já estavam servidas, convinha repor a “normalidade” quanto ao resto.
Do mesmo modo, parece que houve quem ganhou com os negócios do BPN. Não foi o meu caso, porque, de pouco siso, investi, sempre, em valores duradouros de formação e investigação, opções que o Estado sempre olhou de soslaio. Afinal, as “Marias” precisam é de estatuto, económico e financeiro, para pagar “as despesas” e não de uma “carreira” académica.
O que espanta, no meio desta pretensa “contabilidade à lupa”, é que os contabilistas internacionais se adaptaram muito depressa ao pântano, deixando de fora todos os “responsáveis de semelhante fraude”, continuando a massacrar o que não pode fugir, o cidadão na genuína acepção da palavra que não quer desistir dos seus valores e do ideal de uma sociedade mais humana.
De facto, parece que os “técnicos” aprenderam, rapidamente, em proveito de alguns que continuam a andar disfarçados, sob novos BIC’s ou quejandos. Talvez a frase mais certeira será a de João Semedo: “Para assaltar um banco, o melhor é passar a seu administrador”, (embora não sendo eu do BE).
Afinal, e retomando um “post” e um comentário anterior, o obsceno do Carnaval de Colónia representa, infelizmente, o nível a que chegamos, graças a políticos “sem qualidades”.

 Post de HMJ

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Vergonha nacional

Para as emoções de juventude não temos, seguramente, um Brahms português, com as suas danças húngaras, para sublinhar esse arrebatamento. Mas temos, em contrapartida, para o Nobel, um Saramago e um Egas Moniz, que nos honram. E, na Arquitectura, podemos orgulhar-nos de um Siza Vieira e um Souto Moura, para não irmos mais longe e mais atrás. Na poesia, bastariam Pessoa e Camões.
Mas na Justiça, infelizmente, não temos nenhum Garzón, nenhum Borsellino ou Falcone. Temos uma pobreza confrangedora que nos envergonha. De quantos anos precisará a justiça (?) portuguesa para deslindar e levar a julgamento o escandaloso caso BPN? Ou, pelo menos, para dar conta ao país do que é que andaram a fazer, voluptuosa e milimetricamente, nestes anos todos. É uma vergonha...

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Perguntar não ofende

No jornal Público de hoje, Correia de Campos escrevia:
"...Quando um dos manifestantes da vigília de sexta-feira declarava que não pedia mais do que os ladrões do BPN tinham obtido, convertia em bronze o repúdio da odiosa vigarice do banco falido. ..."
Também eu tive ocasião de ouvir o desabafo do popular, na TV. Mas agora, pergunto:
- Alguém me saberá dizer o que é feito de Oliveira e Costa, Dias Loureiro & Companhia?

sábado, 25 de fevereiro de 2012

Perguntar, não ofende


Quando é que irá começar o julgamento do caso, dito, BPN? E o que será feito do sr. Oliveira e Costa mai-los seus amiguinhos?
É que, entretanto, o Governo prepara-se para avalizar mais um empréstimo de 300 milhões de euros, à referida instituição bancária, antes de a alienar ao BIC angolano. Caridadezinha neo-colonialista? Seja como for a "caridade" vai à frente da justiça. Talvez porque a Justiça, coitadinha, é cega e, por isso, tem que andar devagar, para não cair...

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Aves de rapina, a tartaruga e o caracol



O peneireiro cruza veloz o céu azul, com a sua cria, ao lado, pousa primeiro na antena de tv mais alta e, pouco depois, preciso e rigoroso, dispara em flecha para o ninho - o casal de rolas, à distância, foge espavorido. Um pequeno caracol, de casca ainda translúcida, subiu lentíssimo até ao rebordo da varanda a leste: deve ter levado meses para chegar cá acima - talvez pior que o programa do PSD que nunca mais é mostrado aos eleitores, para estes poderem decidir, em Junho. A Troika, entretanto, foi rapidíssima a fazer o seu trabalho e até já o apresentou aos partidos políticos. Celeridade ao ritmo das aves de rapina no seu voo. E até já disse que, quanto ao BPN, é para vender por "qualquer preço". Se calhar, vai ser vendido por 1 euro simbólico. E o Oliveira e Costa, o que se deve rir, como quando foi à Comissão Parlamentar e acabou na galhofa com alguns deputados (aquilo é que eram uns cómicos!...). E, entretanto, a Justiça portuguesa, preguiçosa e morosa, como a tartaruga do meu quintal de infância, vai deixando o homem descansado, depois de todas as falcatruas que praticou. E nem sequer se sabe em que ponto está o processo... Que País! Ao Bernard Madoff, a Justiça americana tratou-lhe da saúde em apenas 6 meses (Dez. 2008/ Jun. 2009) e arrumou-o, atrás das grades, por 150 anos. A nossa, que mandou deter Oliveira e Costa, em Novembro de 2008, ainda deve estar a ponderar, passados 2 anos e meio. Plagiando Júlio Dantas, da sua "Ceia dos Cardeaes": "Como é diferente a Justiça em Portugal!"

Nota pessoal: isto não é uma fábula, apesar de meter vários animais...