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terça-feira, 4 de novembro de 2025

O estado da nação



Desde Julho de 2010 que eu falo, aqui no Arpose, dos problemas e avarias contiuados dos elevadores e das escadas rolantes do Metropolitano de Lisboa, e com particular incidência no referente, sobretudo, à estação de Baixa-Chiado. Já nessa altura a empresa compreendia, na sua administração, 5 elementos: 3 engenheiros e 2 doutores que, ao que parece, eram incapazes de resolver, de vez, os problemas de manutenção e as avarias, bem danosos para os utentes. Talvez fossem apenas incompetentes para o lugar que ocupavam.
Ora, o jornal Público de hoje faz o ponto de situação quanto à questão. E como lá diz o ditado: "Tudo como dantes, quartel-general em Abrantes." Dos 121 elevadores do Metropolitano de Lisboa, 50 encontram-se avariados e/ou parados.
Ah, grande administração!...

sábado, 17 de novembro de 2012

Ficção Científica


A digníssima Administração do Metropolitano de Lisboa (ainda serão 5, os cônsules?), ao que parece, anunciou, com pompa e circunstância que, em 2020, terminarão as obras de beneficiação, nas estações, para facilitar o acesso, a pessoas com reduzida capacidade de mobilidade. Deficientes motores, melhor dizendo. Um homem do povo, espantado, diria: "Andam com o carro à frente dos bois!..."
Entretanto, e cronicamente como de costume, um dos lanços das escadas rolantes, hoje, estava avariado, na estação Baixa-Chiado. Mas, durante a semana, até houve música e uma conferência sobre Cinema, num corredor da Blue Station.
Imagine-se o luxo e a benemerência...

terça-feira, 12 de junho de 2012

Pobretes mas alegretes


Eu não sou contra as indústrias de diversão portuguesas (a pirotecnia até exporta, e bem), nem sequer me oponho às empresas que organizam festas - a nossa sociedade actual priveligia o lúdico, ou tenta ser uma festa permanente e, pensar, é um luxo vagamente aceite, mas não incentivado. Mas por outro lado, é evidente que, a estas empresas, preferiria mais metalurgia, mais indústria alimentar, solidez na construção naval, a modernização eficaz da nossa ameaçada indústria têxtil... E também sei que, para isso, é preciso administrações clarividentes e eficazes. E trabalhadores motivados.
Ora, esta manhã (cerca das 10h30), na estação de metropolitano Baixa-Chiado, vi 4 ou 5 rapazes e raparigas (precários? tarefeiros?) a levantar um arraial, no túnel de saída para o Largo do Chiado (paga a PT?). Já havia arquinhos e balões, muita policromia festiva, que o Sto. António está à porta. Mas não havia escadas rolantes... Melhor dizendo, o segundo lanço das escadas estava avariado e parado, como cronicamente acontece, e com o detestável aviso de avaria. E o panorama lembrava um ginásio de terceira idade: 3 ou 4 velhinhos faziam exercícios estóicos para subir as escadas.
Esta administração do Metropolitano de Lisboa pode ser tudo, mas é, também, de uma ineficácia total. Cumpre, mal, ao que me parece, os serviços mínimos. Ou então, está em greve. Porque será que o Álvaro, sempre a falar de produtividade, não substitui estes 5 administradores tão inúteis e que nada resolvem?

sábado, 10 de setembro de 2011

As americanices saloias


Já aqui falei (poste Genealogias do post-25 ..., de 23/8/2011) que se preparava, nos bastidores, o Crisma da Estação de Metro Baixa-Chiado, para mudança de nome. Achei surreal e de mau gosto, e se a informação não viesse, como era o caso, de fonte segura, eu não teria acreditado. Concretizou-se, afinal: no dia 8 ou 9 de Setembro de 2011. Esta gentinha vende tudo: os princípios, o nome, o corpo, o pensamento, a alma...
Já agora, demos o nome destes merceeiros pacóvios que concretizaram o negócio: o inefável Bava (PT) e Cardoso dos Reis ( um dos 5 ilustres administradores do Metro que, no Verão passado, deixou avariadas, durante  5 meses, as escadas rolantes da referida estação). Entretanto, e ao negócio, Sérgio Monteiro, secretário de Estado dos Transportes, concordou e aplaudiu de cócoras. Grandes artistas...
E, assim a Estação passou a chamar-se: Baixa-Chiado/pt/blue station.Como pode ver-se no logotipo que encima este poste, em imagem. Parece que vai seguir-se o Crisma da Estação de metro Marquês de Pombal. A menos que o Marquês, antes que isto aconteça, venha cá abaixo, e dê umas cachaporradas valentes a estes artistas venais, e os ponha fora da circulação desta tragicomédia miserável e saloia.

quinta-feira, 10 de março de 2011

Milagre !


Depois de uma paralisação de cerca de 2 meses e 10 dias, a Ilustríssima Administração do Metropolitano de Lisboa conseguiu que os 4 crónicos lanços das escadas rolantes, na Estação Baixa-Chiado, voltassem a funcionar. Está a melhorar!, porque no Verão a paralisação ocorreu de finais de Junho de 2010, até Outubro.
Talvez o abaixo-assinado, que um velho partido de Esquerda pôs em circulação, há cerca de 15 dias, para que os infelizes utentes assinassem, e depois entregou na Assembleia da República, tivesse ajudado. E tivesse despertado esta inefável Administração do seu longo letargo hibernante.
Mas eu, empedernido céptico confesso, interrogo-me: Até quando?, ficarão as escadas rolantes a funcionar?

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

A telenovela das escadas rolantes

Finalmente, um jornal ("Público") interessou-se pela "saga" das escadas rolantes da estação de Metro Baixa-Chiado que, ainda ontem e como vem sendo hábito, tinham 4 lanços avariados e parados. Acresce o interesse da Assembleia Municipal de Lisboa, pelo caso, que é vergonhoso e mostra, à saciedade, a produtividade, capacidade e eficácia da Administração do Metro onde, entre os 5(!) elementos, 2 são engenheiros. Ao ler a notícia no "Público", inicialmente, regozijei-me. Mas quando vi as paupérrimas e salvíficas explicações dessa inefável Administração, voltei a ficar preocupado: prometem que no fim do 1º trimestre de 2011 o problema estará resolvido!?...
Se eu não tivesse alguma experiência, no decurso da minha vida profissional, do tipo de manutenção de escadas rolantes, monta-cargas e elevadores, talvez aceitasse essas explicações, e me calasse. Mas essa prática de problemas permite-me definir, sucintamente, as razões de um tipo prolongado de avaria que se não resolve. São exclusivamente 3, que explicito:
1. Falta de pagamento à empresa de manutenção, por parte da empresa contratante (neste caso, o Metropolitano de Lisboa);
2. Falta de peças para conserto da avaria, por parte da empresa de manutenção (este problema resolve-se, no máximo, em 15 dias, mesmo que as peças venham do estrangeiro); no caso vertente é a Schmidt & Sohn (alemã);
3. Desleixo, incompetência e falta de eficácia das chefias de uma empresa (neste caso, Administração do Metropolitano de Lisboa).
Como há-de imaginar quem me lê, e tem lido, não tenho dúvidas que é a 3ª razão o motivo das escadas rolantes da Estação Baixa-Chiado terem estado avariadas, no Verão de 2010, cerca de 4 meses e, agora, desde o início de Janeiro de 2011, até hoje. Produtividade portuguesa?, valha-me deus! Mudem mas é esta inefável Administração para o piso mais fundo da citada Estação.

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Estabilidade, coerência e produtividade de uma Administração


O tema é recorrente, a situação é a mesma, desde Junho de 2010. Mas neste ano da graça de 2011, faz hoje, no mínimo, um mês e um dia, que 3 lanços de escada, na descida, e 1, na subida, das escadas rolantes da estação de Metropolitano da Baixa-Chiado, se encontram avariados. Sei que, diariamente, seguem para instâncias superiores, pelo menos, 2 relatórios: um da Segurança, outro da chefia desta Estação. Inúmeras reclamações escritas foram enviadas. As respostas aos utentes queixosos são, habitualmente, beatíficas e celestiais - li uma. Por isso, só poderemos responsabilizar a inefável Administração do Metropolitano de Lisboa, e gabar-lhe a estabilidade na atitude, a coerência de comportamento e a produtividade da sua acção, de que dão um magnífico exemplo ao País. Quem terá nomeado estes 5 magníficos?

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

O estado da nação


Dois factos à consideração, sem grandes comentários:
1. No dia 6 de Janeiro de 2011 referi num poste (Metropolitano de Lisboa, no seu melhor) a avaria de 3 lanços , na descida, e 1, na subida das escadas rolantes que conduzem ao Chiado, na estação de Metropolitano Baixa-Chiado, pelo menos desde 2/1/2011. É uma situação cíclica e crónica. Hoje, constatei que está tudo na mesma.
2. A morte de um dos mais equilibrados e importantes capitães de Abril, ocorrida no mesmo dia (6 de Janeiro) da morte, por assassinato, de um cronista das revistas róseas, teve destaques muito diferenciados, nos media portugueses. Enquanto a do cronista continua a ser esmiuçada, sordidamente, e em alarido, a morte de Vitor Alves (1935-2o11) já foi esquecida pelos plumitivos e jornalistas televisivos portugueses.

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Metropolitano de Lisboa, no seu melhor


Relatório do infeliz utente: escadas rolantes da estação Baixa-Chiado do Metropolitano - 3 lanços de escadas parados na descida; um lanço de escadas rolantes parado na subida para o Largo do Camões. E vão 4...
Considerandos: há 4 dias, pelo menos, que os três lanços de descida estão assim. A evolução na continuidade.
Conclusões: o Metropolitano de Lisboa no seu melhor. O Serviço Público na imobilidade concreta. Auspicioso começo deste ano de 2011. Viva a dignissima Administração do Metropolitano de Lisboa!... Pela sua cega dedicação à causa pública.

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Passos avulsos, à volta do Camões


Será que não vamos ter iluminações, pelo Natal, no Metropolitano?! Esclarecendo a dúvida metafísica: na Estação de Metro Baixa-Chiado, hoje, o corredor de saída estava, romanticamente, à meia-luz. E havia poças de água junto à parede, do lado direito. Curto-circuito?, Empresa de manutenção em greve?, Poupança de energia?. Ninguém sabe, nem os Seguranças, que são como as porteiras antigas... O último lanço das escadas, que dá para o Chiado, estava, mais uma vez, avariado. Pode ser que os 2 engenheiros da inefável Administração do Metropolitano de Lisboa venham dar as Boas-Festas aos funcionários, se apercebam, e mandem arranjar... Oxalá!
Senão, continuará a ser a "apagada e vil tristeza", à portuguesa, de que falava Luís de Camões.
Quando parei, no quiosque, para comprar tabaco, vi, ao longe, os estorninhos, mas pouco depois chegou uma jovem (18?, 20 anos?) que perguntou ao dono:
"- Pode-me dizer onde fica a Rua dos Camões?"
O homem, compungido, replicou: "- ...só se for Largo..."
E a jovem voltou à carga: "- E a Igreja dos Camões?"
Não consegui calar-me e rosnei, baixo: "- Parece que ainda não passou a Santo!..."
E o dono do quiosque completou, cúmplice e em voz mais alta: "- Pois é, o Camões ainda não foi canonizado."
Não sei o fim da história, porque abandonei de seguida o local, em direcção a casa.
Mas parece que estamos melhor no ranking da Educação da O. C.D.E.. Valha-nos isso!...

domingo, 22 de agosto de 2010

(Re-re)vagar Português



Em 27 de Julho de 2010, no poste "Vagar Português" referi, aqui, que o penúltimo lanço de escadas rolantes, que vai dar ao Largo do Chiado, estava avariado e parado, havia cerca de um mês. A 6 de Agosto reincidi (Re-vagar Português) pela situação se encontrar, exactamente, na mesma. Hoje, igual : "Tudo como dantes, Quartel-General (Administração) em Abrantes..."
Não consegui saber o nome do Chefe da Estação da Baixa-Chiado do Metropolitano, embora o Segurança, Sr. José, tenha sido urbano, simpático e informativo,q.b.. Há três turnos de Seguranças, diariamente, que fazem relatórios três vezes por dia, onde referem, sistematicamente, que o 4º (é assim que o identificam) lanço de escadas rolantes está avariado.
E...Nada!?
Passemos aos galãs, ou actores principais, a digníssima Administração do Metropolitano de Lisboa, que é constituída por:
1. Presidente do Conselho de Administração - Engenheiro Francisco J. Cardoso dos Reis;
2. Vogal - Engenheiro Carlos José Bento Nunes;
3. Vogal - Engenheiro Jorge Manuel Quintela de Brito Jacob;
4. Vogal - Dr. Luís Miguel Silva Ribeiro;
5. Vogal - Dr. António Gregório Ventura.
Descontando o quarto e quinto vogais , mesmo assim ficam 3 Engenheiros . Será que nenhum deles sabe como consertar escadas rolantes? Valha-me deus!... Se calhar, o melhor é mandar chamar a TVI. Ou o Ministro dos Transportes e o seu electricista de confiança...
P.S.: em relação ao meu poste de 6 de Agosto, as lâmpadas continuam fundidas. Será que não podiam pôr uns candelabros, como no Metropolitano de Moscovo: devia ficar bonito! Ou, se não houver dinheiro para tanto, comprem umas velas coloridas, ali, no cerieiro da Rua do Loreto - fica perto...

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

(Re)vagar português


Regressa-se de barco, automóvel, avião ou comboio e, para nosso espanto, tudo parece estar como o deixamos. Na sua rotina, na sua posição estática de desconserto:
a) A temperatura acima dos 30º;
b) O arrumador da rua a agitar violentamente o parquímetro, por volta da 1 hora da manhã, a ver se cai alguma moeda, ou se o consegue avariar. Retirando um ou dois pilaretes do passeio para ajudar a lá meter mais carros;
c) O penúltimo lanço das escadas rolantes do Metro, na estação Baixa-Chiado, continua avariado e parado. Em jeito de bónus, há mais duas lâmpadas fundidas, pelo menos há 6 dias, pelas escadas.
Concluo que deus dorme, por causa da canícula. A EMEL e a polícia já foram para casa descansar por causa do dia cansativo que tiveram. E Administração do Metropolitano de Lisboa, que não está para se preocupar com ninharias, foi de férias, e pensa a estratégia do próximo ano...

E ao ver a estátua de Lagoa Henriques, penso nos versos de Fernando Pessoa: "... e o universo/ reconstruiu-se-me sem ideal nem esperança, e o dono da tabacaria sorriu."