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segunda-feira, 2 de maio de 2011

Última Hora

Cinco minutos depois de eu ter colocado o poste (anterior) em que falava de Osama Bin Laden, o Google, veio de Mountain View sugar totalmente a informação para a estudar, religiosamente. Não, não é mania da perseguição, é apenas zelo escrupuloso e CIAtico, para memória futura. Para que conste, aqui fica a anotação, no Arpose.

quarta-feira, 5 de maio de 2010

Moody's : o uivo do coyote



A agência norte-americana de rating Moody's, que em português literal e rústico se poderia traduzir por "Dos mal-humorados", foi fundada, em 1909, pelo Sr. John Moody (Sr. João Mal-humorado). Dava boas notas aos Lehman Brothers (Irmãos Lémures), semanas antes da falência. "Dos mal-humorados" consideravam, também, a Islândia um "país modelo" um mês antes da bancarrota. Agora ameaçam Portugal de lhe baixar a nota, contribuindo na sua infalibilidade "papal"- testada tão clamorosamente no passado recente-, para aumentar os nossos juros internacionais. Com uivos de coiotes destes o que é que se pode fazer, senão desmascarar a sua incompetência anterior? Ou, então, corrê-los à pedrada...


P. S.: Mais uma vez para Mountain View (Califórnia), com ternura.

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Standard & Poor's : o abutre de serviço



As agências de "rating" são uma espécie de astrólogos. Mas mais arrogantes: reinvindicam certezas. A Standard & Poor's - que eu traduziria em vernáculo português rústico por "Chapa zero & do Pobre"- foi criada em 1860, nos Estados Unidos (U.S.A.). Reinava o expansionista Presidente James Buchanan. Os seus fundadores são os Srs. Henry Varnum Poor e Luther Blake. São, por isso, uma espécie de tetravôs do ilustre Bernard Lawrence Madoff, em linha recta. Foi a Standard & Poor's, entre outras clarividentes agências de "rating", que aliciou americanos e reformados a comprarem acções descredibilizadas, produtos tóxicos, obrigações cujo retorno era altamente discutível. Agências, essas, que nada anteciparam, nem previram da crise que se abateu sobre o mundo ocidental. E, hoje, este abutre condena a Grécia, condena Portugal, condena a Espanha. Perante o "curriculum vitae" da Standard & Poor's, se eu tivesse algum dinheiro disponível para aplicar, preferia confiar no Professor Karamba que até tem anúncios em jornais portugueses de referência...Porque quando a "Chapa zero & do Pobre" condena Portugal, eu lembro-me sempre de uma imagem em que uma rameira velha faz um discurso ético a defender a castidade. (Que sistema, este!...)

P. S.: para Mountain View (Califórnia), com ternura.

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Curiosidades 4



Hoje, estou mais virado para números. Aqui há tempos, dei conta de alguns elementos acerca dos visitantes do Arpose ("Curiosidades 2") que eram, maioritariamente, portugueses. Seguiam-se os nossos estimados irmãos brasileiros. Os mais recentes dados vieram confirmar e intensificar esta tendência. No entanto, veio da Finlândia, inexplicavelmente para mim, outra visita. E vão duas... O post "Receitas Poéticas 1" (com um poema de Fernando Assis Pacheco) mantém-se, ainda, como campeão de audiências dos visitantes brasileiros. Seguido de perto pelo "Poema autógrafo" (de Eugénio de Andrade). Mas uma pequena colagem, no início do Arpose, de autoria de Henri Matisse, começou a ter uma insistente "search word" das terras de Vera Cruz (S. Paulo, Rio, Belo Horizonte, Guarulhos). O post "Bibliografia" sobre Rubén Darío também foi muito visitado e, nestas visitas inclui-se a 1ª entrada da Argentina. Tirando este último país, em estreia, há que saudar o surgimento, no Arpose, da primeira visita da Federação Russa que foi, direitinha, para "O Navio de Brinquedos" de António Sérgio. Vinha de um "blogger" russo que centraliza os seus interesses no transporte marítimo - e que, creio, ser de um português lá radicado. Do Brasil vieram, também, consultar o post sobre o azevinho que puz, por alturas do Natal. As visitas da Inglaterra diminuiram, mas aumentaram as provenientes da Alemanha. As últimas vieram de Bergisch Gladbach (Nordrhein Westfalien) e de Munique (Baviera), donde concluo que o Arpose gera consensos, pelo menos na Alemanha... Esta visita de Munique vinha em busca de "Pastelaria Portuguesa" (algum guloso ou gulosa). Foi parar ao meu post sobre Tomaz de Figueiredo, em que falo da Pastelaria "Ceuta", da Av. da República, em Lisboa: azar do meu visitante bávaro...
Finalmente, uma espécie de "big brother" americano de Mountain View (Califórnia) que, até há bem pouco tempo, de cada vez que eu punha um post novo me vinha ver, ansioso e curioso, tem rareado as suas visitas. Devia ser alguém que gosta muito de Portugal, e de saber o que aqui se passa, até porque eu não acredito nas teorias de conspiração, como o Mel Gibson... E, por hoje, é tudo.