segunda-feira, 9 de dezembro de 2024
Antologia 22
domingo, 20 de outubro de 2024
Citações CDXCVII
A poesia vive da insónia perpétua.
René Char, in La parole en archipel.
...
quarta-feira, 6 de dezembro de 2023
Uma fotografia, de vez em quando... (178)
segunda-feira, 13 de novembro de 2023
Pinacoteca Pessoal 198
terça-feira, 13 de junho de 2023
Citações CDLXV
segunda-feira, 15 de maio de 2023
3 fragmentos de René Char, em versão portuguesa
domingo, 16 de abril de 2023
Uma boa notícia
segunda-feira, 22 de novembro de 2021
Da leitura 49
domingo, 4 de abril de 2021
Quatro sublinhados de leitura, para reflexão alheia
Devo-o ao meu pai, porque, como escrevi em Depois de Babel, ele soube adivinhar que uma língua que se aprende é uma nova liberdade, uma língua nova, um cosmos e um mundo por si só, enfim, uma probabilidade de sobrevivência inestimável. (pg. 26)
Se não soubermos quem era Hipnos, se não tivermos a decência de pegar num bom dicionário de mitologia para o descobrirmos, nada nos será acessível de René Char, do seu papel, da sua luta pela vida e pela liberdade. (pg. 119)
A arte abstracta, a de Paul Klee, de Kandinsky, ilustra a queda da matéria no silêncio com o qual tem laços indissolúveis. Em terceiro lugar, diria que a temática do ruído, na cultura e na educação modernas me apaixona. A intrusão do ruído, a impossibilidade de encontrarmos espaços consagrados ao silêncio, tanto na nossa existência privada, como na vida pública ou na educação reservada às crianças, parece-me ser a poluição mais grave com que a cultura moderna se confronta. (pg. 138/9)
O universalismo não é portador de qualquer valor de tolerância ou de acolhimento. Traz consigo o seu próprio dogma. O supermercado não quer produtos locais, enlata uma cultura capitalista de exportação que o mundo inteiro terá de sofrer. (pg. 177)
George Steiner (1929-2020), in Quatro Entrevistas... (VS Editor, 2020).
segunda-feira, 17 de agosto de 2020
Divagações 162
segunda-feira, 27 de julho de 2020
Pequena história (57)
Precisavam na região de um terreno discreto e favorável a aterragens de pequenos aviões, vindos de Inglaterra, que pudessem vir descarregar provisões e armas, ou até trazer e levar resistentes.
Conseguiram escolher o local ideal, pertencente a um quinteiro da região. Havia porém um problema: uma centenária e frondosa nogueira ocupava o centro do desejado e futuro "aeroporto".
Após aturados esforços lá conseguiram convencer o quinteiro, que lhes tinha arrendado o referido espaço, a consentir que deitassem abaixo a produtiva e longeva árvore de fruto.
Demos, então, a palavra a Laurent Greilsamer:
"...Le lendemain, Alexandre remonte sur le plateau avec une équipe pour s'attaquer au noyer. Ils dégagent la base de l'arbre, cherchent la racine majeure et finissent pour isoler une épaisse liane qu'ils suivent sur une dizaine de mètres. À son extremité repose... la dépouille d'un guerrier dans son armure!
Char jubile. Quel histoire! ..."
Séculos depois, a noz, que o guerreiro tinha guardada na sua algibeira, produzira frutos.
sábado, 25 de julho de 2020
Uma anotação de Char, traduzida
O rasgo de génio de Rodin é o de ter sabido vestir Balzac.
Picasso, é Balzac nu; mas com as mãos de Rodin, a capa impetuosa e o destino de Picasso.
1961
René Char (1907-1988), in Recherche de la base et du sommet (pg. 79).
sábado, 18 de janeiro de 2020
Aviso
René Char (1907-1988), in La Parole en archipel.
sexta-feira, 15 de novembro de 2019
Da leitura 33
agradecimentos cordiais a H. N..
quarta-feira, 4 de setembro de 2019
(In)Tradução
sábado, 13 de abril de 2019
Bibliofilia 173
quarta-feira, 6 de fevereiro de 2019
Aditamento : ainda no rescaldo de leitura da correspondência Camus / Casarès
quarta-feira, 10 de janeiro de 2018
Lembranças de Antuérpia
A De Slegte, comedidamente distribuída por três andares, dedica um deles aos livros usados, a bom preço normalmente. De lá trouxe, há uns anos, uma abada de livros de Simenon que me faltavam, sem esportular muitos euros. Desta vez, tive menos sorte. Mas ficaram-me os olhos num Le Marteau sans Maître, de René Char, na sua edição original (500 exemplares), autografada, acompanhada de uma carta do poeta francês, justificando a oferta. Pediam 600 euros pelo lote, mas eu não estava preparado para tanto...
Tive de me contentar com a versão francesa de An der Zeitmauer, de Ernst Jünger, em muito bom estado e por abrir, que me custou apenas 10 euros, e que tenho vindo a ler, com agrado e proveito.






























