Mostrar mensagens com a etiqueta BBC. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta BBC. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 11 de outubro de 2018

Produtos Nacionais 24


Sobre as excelências da Arquitectura portuguesa, os Pritzker falam por si (Siza Vieira, em 1992, Souto Moura, em 2011).
E até a BBC o reconheceu ao dar destaque, em The World's Most Extraordinary Homes, à Casa da Gateira, da  Camarim Arquitectos (Porto).
A notícia colhi-a em Le Monde, na sua edição de 21/9/2018. Que a imprensa portuguesa anda mais ocupada com as frioleiras do costume...


sexta-feira, 18 de setembro de 2015

terça-feira, 29 de abril de 2014

domingo, 20 de outubro de 2013

terça-feira, 2 de outubro de 2012

Para que conste


Quem vê este ex-homem-dourado Sachs, em 2010, nesta entrevista à BBC, e o vê agora, que entrou pela porta de lado ou de serviço do Governo, pode comprovar, pela sua magreza, que seguiu o conselho de Catroga: perdeu as "gorduras do estado", fisicamente. Estará doente, fragilizado, diminuído? Se for o caso, ainda será mais perigoso para o nosso País. Porém, continua de cabelo oxigenado e não será por falta de comida que emagreceu, porque "senta-se à mesa" de Soares dos Santos (Pingo Doce), e deve ter uma dose bem reforçada.
P. S. : já agora, o que serão sophisticated investers?

sábado, 20 de novembro de 2010

Música e Poesia XXVII : Dennis Potter

A música é escassa, e a poesia (se existe. Creio que sim), muito agreste, neste poste. Dennis Potter (1935-1994), inglês, conhecido, sobretudo, pelos argumentos para televisão, de "Singing Detective", "Karaoke", "Cold Lazarus" (dois deles com Albert Finney), é uma figura emblemática, para mim, e um argumentista notável. As suas obras mescladas de referências autobiográficas com imaginação, são orientadas por uma grande lucidez, e projectam uma antecipação científica do Homem post- moderno.

A intervenção de Dennis Potter, neste vídeo, dá-se, quando o escritor já se encontra muito fragilizado por um cancro do pâncreas, que também lhe afecta as articulações. Terá tido origem, diz-se, nos medicamentos que tomou, desde criança, para controlar uma psoríase intensa. Nestas condições difíceis continua, estoicamente, a escrever e a tentar fazer uma vida normal. Mas não só. Tratará e velará pela mulher, também vítima de cancro, acabando por morrer, apenas 9 dias depois dela.

P.S.: para ms.

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Memória 32 : Ingmar Bergman


Homem prolífico quer em filmes (mais de 60), quer em filhos (9), Ingmar Bergman nasceu na Suécia, a 14 de Julho de 1918, e veio a morrer, em 30 de Julho de 2007, nas Ilhas Faröe, para onde se tinha retirado. Dividiu a sua vida activa pelo teatro e pelo cinema que diferenciou de forma pragmática e humorística, assim: "O teatro é como uma esposa fiel. O cinema, uma grande aventura - uma dispendiosa amante." Era um entusiasta de gostos alargados que iam de Antonioni a Spielberg. E Woody Allen é um dos fãs mais fiéis dos seus filmes. Os temas de Ingmar Bergman têm a ver, essencialmente, com a condição humana, o desespero e a angústia, a solidão e a morte. Filho de um padre (pastor) também abordou, muitas vezes o tema da fé e a religião, tendo dito uma vez: "Espero não chegar a velho, senão ainda me torno religioso." É redundante dizer que Ingmar Bergman é um dos meus realizadores preferidos.

quarta-feira, 17 de março de 2010

O leão, a águia, o galo de Barcelos, e a cabra (ou vaca de Míron)





Antes de mais, uma declaração de interesses: sempre fui mais anglófilo do que germanófilo, desde que comecei a pensar, politicamente. Em 1973, quando pela primeira vez fui a Inglaterra, um discurso de Harold Wilson, de cerca de 5/7 minutos, que vi e ouvi na BBC, convenceu-me de como em política se pode ser breve, lógico, verdadeiro e, racionalmente, conclusivo. Infelizmente, Blair com o seu virtuosismo "palhaciano" abalou-me, profundamente, nas minhas convicções pró-britânicas. Esperei muito de Brown, mas tem-me sido uma grande desilusão...
Por outro lado, Kohl ( aquela mão dada com Mittérrand, não me sai da memória!) e, agora, a Sra. Merkel, não sendo do meu quadrante político, têm-me convencido da sua "bondade" pragmática: realismo, solidariedade e razoabilidade de princípios.
Hoje, no "Público", Teresa de Sousa, jornalista que leio sempre com atenção e que, francamente, admiro a tratar as questões europeias, faz a pergunta : "O que quer a Alemanha da Europa?" No que escreve, estou em profundo desacordo, e acho que é a primeira vez em que tal acontece. Então a Alemanha é que tem de pagar os dislates, incontinência, gastos e consumo perdulários de alguns outros países europeus? Será que temos de ter sempre um "paizinho" protector e um guarda-chuva emergente e providencial para a nossa inconsciência e erros?