Talvez estranhemos, mas acontece. De longe a longe, há um artista estrangeiro que se apaixona por Portugal e nos dedica um afecto duradouro que acaba por alastrar para a sua obra. Foi o caso de Neil Slavin (1941), fotógrafo norte-americano.
De 1968 a 1971, e insistententemente, ele percorreu e fixou o quotidiano português, de uma forma original e talentosa para a época. Ficam estas duas imagens a dizê-lo.


