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domingo, 29 de setembro de 2019

Memorabilia (4)


Estas vinhetas, vendidas com o objectivo de subsidiar acções profiláticas, lúdicas, de caridade ou outras, tinham normalmente vida efémera, acompanhando selos dos CTT, na correspondência.
De apoio aos tuberculosos (1943 e 1947) e para publicitar a Queima das Fitas (1961), no Porto, aqui ficam em imagem, para que constem, três tipos diferentes.

Nota pessoal: creio que a personagem maternal e régia, da segunda vinheta em imagem, representa a rainha D. Amélia (1865-1951), esposa do rei D. Carlos.

sexta-feira, 13 de março de 2015

Retro (65)


Era no tempo em que um curso de Farmácia representava um seguro de vida ou, pelo menos, uma existência desafogada a quem a viesse exercer. Mas 59 anos implicam transformações e mudanças grandes. Porque, surpreendentemente, os sérios e dignos Artur Ribeiro, Júlia Barroso ou Mena Matos, de antanho, vieram dar lugar aos infra-pimbas quins barreiros.
E até a afamada Orquesta Vilaça me faz lembrar os "caixões Vilaças", do Herman José, que "eram caros com'ó caraças"...

com os melhores agradecimentos a A. de A. Mattos.

sábado, 12 de janeiro de 2013

De tudo um pouco...


Por cá, chamámos-lhe Vinhetas, mas os ingleses apelidam-nas de Cinderellas ou Ephemera, e há quem as coleccione com fervor - não é o meu caso.
Normalmente, são apostas nos envelopes, junto aos selos de correio. Os Peanuts serviam para chamar a atenção para a fragilidade dos produtos que iam na encomenda, ou para indicar o correio prioritário. Fazer propaganda à Queima das Fitas de Coimbra (1962), campanha anti-tabágica ou publicitar a Feira de Leipzig - de tudo um pouco... E algumas delas são bonitas.