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quinta-feira, 25 de julho de 2019

Divagações 151


O supérfluo pode ser o que os norte-americanos chamam: a pain in the ass, com propriedade.
Mas os redundantes com frequência nem se apercebem da sua incontinência ou dos seus despropósitos, que nada acrescentam ao que foi essencial. A auto-crítica não faz parte do seu ADN.
A sra. Charlotte Johnson Wahl (1942), pintora inglesa, poderia ter-se limitado a pintar os seus quadrinhos e ficar na história apenas como mais uma artífice estimável.
Mas não quis ficar por aqui. Também teve 4 filhos. Um deles ainda mais incontinente do que ela. E como incontinente vai levar a cabo o Brexit, mesmo sem condições...
No entretanto, o Boris vai fazendo comentários e declarações - supérfluos, despropositados, redundantes. E nós a termos que ouvi-lo.


sexta-feira, 5 de abril de 2019

Utilities


Entre pretendentes, como o de cá, e os efectivos estrangeiros, ainda há um ror deles por este mundo fora.
Dos asiáticos e alguns, raros, africanos coroados, pode dizer-se que alguns ainda exercem um restrito poder. Os restantes, europeus na sua maioria, são mera mobília decorativa de velhos palácios, observientes obsoletos de rituais caricatos para divertimento e gáudio de turistas, inspiradores de historinhas para crianças (muitas vezes adultas...), figurantes com lugar cativo em revistas rosadas, meras utilities reinantes.
Se Rainier ainda teve a utilidade de tornar o seu principado viável e rentável, financeiramente, através do jogo e do fisco, atraentes, se Juan Carlos contribuiu, em definitivo, no passado, para desmontar uma tentativa de ressurreição franquista, os seus descendentes revelaram-se meras caricaturas de poder inútil, quando não de circos iconográficos para o povinho ver, ou simples sustentáculos de trafulhices familiares.
De Isabel II, sabemos nós que serve apenas de leitora anual dos discursos que o seu primeiro-ministro lhe elabora, por tradição e ritual, formais. Será que a augusta senhora nada tem a dizer sobre o Brexit?
Se calhar ainda não pensou nada sobre isso, muito simplesmente...

quinta-feira, 4 de abril de 2019

O titânico desastre



Se, para muitos povos, a última coisa a perder é a esperança, para os ingleses é, seguramente, o humor...

com agradecimentos a AVP.

quinta-feira, 28 de março de 2019

Apesar do Brexit...



... a Primavera lá vai chegando a Inglaterra... apesar da estultícia e confusão dos homens.
A natureza, porém, é mais sábia e consegue sempre cumprir as suas obrigações, haja o que houver.




quarta-feira, 15 de junho de 2016

Pinacoteca Pessoal 114 (pouco canónica)


Deixemos os "bifes", que também cansam, com o seu brexit. Passemos aos teutónicos, que estão de pedra e cal, nesta caranguejola da CE. Até porque lhes convém, sobretudo a Leste...
Não me recordo como cheguei ao nome de Thomas Schütte, pintor e sobretudo escultor, nascido em Oldenburg (Alemanha), em 1954, presentemente a trabalhar em Düsseldorf.
Desenhos seus e aguarelas ilustraram alguns livros, mas foi através da escultura que o seu nome se destacou no panorama artístico germânico. Alguma ironia atravessa as suas obras, alguma preocupação figurativa, bem como o interesse pela condição humana contemporânea. Deixo em imagem a obra Mulher de Bronze III, executada em 1998, e ainda os Inimigos Unidos I e II, no Central Park, em Nova Iorque.


terça-feira, 14 de junho de 2016

O TLS, as elites, o brexit e os hooligans


Eu até compreendo que os ingleses sejam desconfiados em relação ao Continente europeu. Os motivos da História não faltam: os romanos, os normandos, Napoleão, Hitler...
Mas não estava à espera que o circunspecto TLS se viesse a intrometer na refrega, pugnando pela manutenção da Grã-Bretanha no seio desta confusa e controversa comunidade europeia.
Provavelmente, os intelectuais e as elites estão mais preocupados do que os hooligans em relação ao próximo referendo e ao Brexit. O que dá para desconfiar imenso.