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quarta-feira, 31 de maio de 2017

Consortes de PR e PM, em Bruxelas


À força de querermos ser originais e diferentes, corremos o risco de podermos vir a ser ridículos - foi a frase que me ocorreu, ao ver esta fotografia. (Por pudor, evitei incluir o poste na rubrica Comic Relief, do Arpose.)

terça-feira, 22 de março de 2016

Impromptu (25)


Num blogue a que vou, intermitentemente, encontrei hoje um poste com o título: distimia. Desconhecia a palavra e o Torrinha também a não registava. Foi preciso recorrer ao Houaiss.
Eu creio que o termo se poderia aplicar à Europa, depois do que aconteceu, esta manhã, em Bruxelas.

quinta-feira, 6 de agosto de 2015

Curiosidades 46


Alijar responsabilidades, ou deslocalizar para outras paragens o pecado original do nascimento, parece ter sido, sempre, uma preocupação humana.
Se, por cá, para calar a curiosidade infantil, era hábito dizer-se que os bebés vinham de Paris, no bico das cegonhas, em França efabulava-se que as criancinhas nasciam das couves de Bruxelas...
E a imaginação não se ficava por aqui. Diz-nos José Machado de Serpa (1864-1945), na sua obra A Fala das nossas gentes (Signo, s/d) que os açorianos, de maneira geral, costumam referir: "Veio do Corvo numa cestinha". Enquanto os faialenses preferem dizer que o bebé "veio do Pico, num açafatinho."

com agradecimentos a A. de A. M..

quinta-feira, 19 de junho de 2014

Impromptu (5)


Creio que nunca lá passei, muito menos entrei. Mas pelo "prefácio", esta Livraria Ptyx (Rue Lesbroussart, 39), em Bruxelas, bem merece uma visita futura.

terça-feira, 26 de junho de 2012

Os meninos incontinentes


Parece que há dúvidas sobre qual dos meninos exerce a sua função pública há mais tempo. Os de Grammont dizem que é o seu, e não o Menneken Pis de Bruxelas, que iniciou a sua actividade fisiológica apenas em 1719. Seja como for, os meninos mijões são belgas e célebres.

com agradecimentos a A. de A. M..

domingo, 11 de setembro de 2011

Uma colaboração forçada (mas autorizada)


Ainda há quem escreva aos familiares e amigos, classicamente, preto no branco em postais e cartas. Mas são excepções sobreviventes e raras. De Gand, recebi de um Amigo, um postal, recentemente. (Tenho pena de não poder reproduzi-lo, mas tenho as "ferramentas tecnológicas", parcialmente avariadas: scanner, computador principal - daí também a diminuição de actividade no Arpose.) Mas o texto do postal é tão saboroso que não resisto a reproduzi-lo (com autorização do autor e Amigo). Segue, portanto:
"Mon cher Albert, (e rima)
eis-nos em contagem decrescente para partir destas bandas onde somos amesquinhados. Eles/elas são altas e loiras como girassóis e quando passam encho o peito de ar e endireito as costas - mas já não vai lá - não para que olhem para mim mas pela emoção de olhar para elas, que às vezes vêm bicicletando de saias curtas e sem frio que é bem um violento exercício oftalmológico.
Estou morto por voltar e tomar os cafés que me apetececerem. Cá têm que ser comedidos pois custam os olhos da cara...e não só: Em Bruxelas 2 chás, uma cerveja normal e uma wafel custam um bom jantar na pátria - como não nos havemos de sentir amesquinhados quando os/as vemos nas esplanadas beberricando o seu vinho, a sua cerveja, com as suas frittes? 1 abraço,
A...."

sábado, 25 de junho de 2011

Ridículas, festivas e pimbas


Passos Coelho optou por viajar em classe económica, para Bruxelas, para dar exemplo ao país. Poupança para o Estado português: zero - desde o tempo de Salazar que os membros de qualquer Governo luso são transportados gratuitamente, pela TAP. E também não valia a pena querer transpor Massamá para os altos céus. Nem havia necessidade... Mas o País agradece o nobre gesto e regista a ignorância administrativa.
A Net (Wikipedia) anota que hoje se celebra o dia do "cotonete" - rima, e é verdade. Fiquei curioso em saber quando se comemora o dia do palito, o dia da melga e da varejeira, e o dia do disparate. Será que temos de viver sempre em festa, assim feios, assim porcos, assim estupidamente consumistas? Viva o dia da Mãe!, com esse, ao menos, ainda concordo.

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Salão de Recusados XXXIII : Fartos!


Os belgas perderam a paciência com os seus políticos, sejam eles de esquerda, ou de direita. Porque não se conseguem entender, para constituirem um governo estável e duradouro, mesmo que em coligação, desde Junho de 2010. Como atenuante, relativa, há o facto de que, para além da dicotomia Esquerda/Direita, há ainda uma outra divisão: flamengos e valões. A situação política de não haver governo, raia o absurdo. E os belgas estão fartos.
Já fizeram uma manifestação pacífica de cerca de 30.000 pessoas, em Bruxelas (onde havia valões e flamengos, à mistura), para gritar, bem alto: "Queremos um Governo!" E até houve uma sugestão original de protesto, da parte do actor belga Benoit Poelvoorde, que incentivou os seus concidadãos a deixarem crescer a barba, até os políticos se entenderam para formar governo. Se calhar, até o rei Alberto II e o Rampuy vão aderir, porque já devem ter perdido a paciência. Coitados dos barbeiros belgas que, se a ideia pegar, vão ter muito menos clientes...

P.S.: para a Rosane e para o Gerhard, afectuosamente, e com os melhores votos.

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

O 28


Imagine-se que o avião vai, pelo azul escuro, em direcção à lua - é tudo uma questão de perspectiva, sobretudo, agora à noite, olhando o infinito...
Ou que a Bivyta, através de Gand, vinda de Rheinkassel, desemboca, adolescente, no Chiado, às 10 da noite. Tem dezassete anos e fica fascinada pelo eléctrico 28. Amanhã quer ir na "Montanha russa", que ainda desconhece na sua total e estreita aventura. Mal dorme. Desembarca em S. Vicente de Fora, cedíssimo, desliza até à Feira e, metodicamente alemã, compra uma pedra estranha de 2 quilos, para o Pai que é escultor; um colar de conchinhas para a Mãe e um vinil para ela mesma. Mais subtil, menos imediata, como tem humor acerado, marralha a compra de uma redoma de Nª. Srª. de Fátima, de plástico, para oferecer ao Klaus, o namorado. Daqueles ícones que, agitados, projectam flocos de neve sobre a imagem sagrada. O que se irão rir na Universidade, pensa Bivyta. Volta feliz, no 28, para o Chiado: só gastou 14 euros.
Quando regressa, os Pais vão-na buscar a Bruxelas. Chove. Mas Bivyta nem repara. Quando abraça Ruth, regressada, filial e pequenina no seu metro e oitenta e cinco, diz para a Mãe: "- Portugal ist wunderbar!", e quase chora de alegria.