Quem sonharia, aqui há cem anos atrás, na frondosidade galopante do número e carreira de informáticos?
Entretanto, hoje, há um notório défice na arte dos canalizadores, dos picheleiros e electricistas; embora vá de vento em popa o progresso activo do número dos nutricionistas, dos arrumadores de automóveis e dos psicólogos, estes últimos sobretudo a nível dos estabelecimentos de ensino.
Haja saúde!