O título é o dum poema do O'Neill, que o fez, depois de ver um filme de Y. Cousteau. E que me veio à colação pela posta generosa de cherne grelhado que me chegou à mesa, acompanhado por um branco Monte das Servas (lote feliz de Roupeiro, Antão Vaz, Arinto e Sémillon, com 12,5º comedidos) que se portou muito bem e à medida deste peixe nobre (e caro) que eu já não provava há vários anos. Para memória futura, aqui fica exarado que é, dos bichos marítimos, um dos que menos sabe a peixe. Embora de lasca firme e bem saboroso.
"Antiga Casa do Chocolateiro"
Há 6 horas
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