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segunda-feira, 5 de março de 2018

Do que fui lendo por aí... 18


Por razões muito exteriores, principalmente, tenho sido disciplinadíssimo em leituras, nos últimos meses. Perante esta singularidade, acabei até por fazer um tosco apontamento (em imagem) dos livros que principiei e acabei de ler, nos mais recentes 4 meses e meio. E cheguei ao bonito número redondo de uma dúzia, fora dois ou três folhetos pequenos, oitocentistas.
O facto de ter estado fora (Inglaterra e Alemanha) e com limitadas provisões de leitura, contribuiu, espartanamente, para o facto. Até porque não me pude, quase, reabastecer lá fora. Ou muito limitadamente, pelo menos. Dos autores, bisei, com proveito, Alec Guinness e W. G. Sebald. Das más experiências e perdas de tempo, destacaria John Fante e James Baldwin.
De qualquer forma, o balancete de leituras, que fiz, não me desagrada, sobretudo pelo aspecto disciplinado de ter lido, em tempo prático e continuado, estes 12 livros, do princípio até ao fim. A ver vamos se o método se irá manter...

terça-feira, 27 de fevereiro de 2018

A evitar, absolutamente (3) : "Cheio de Vida", de John Fante


Dificilmente se compreende a tradução e  publicação de algumas novelas e romances que enchem as montras de muitas livrarias portuguesas. Provavelmente, dentro de 10 a 20 anos, ninguém se lembrará, por exemplo, de John Fante (1909-1983), menos ainda a história literária norte-americana registará o seu nome.
Mas por cá, um ex-ministro da cultura e dois ou três recenseadores gabaram esta coisa menor, que eu li, penosamente, porque ma tinham oferecido, há cerca de 2 anos. E umas costureiras de retalhos que administram uns blogues, ditos literários, teceram loas palermas a este livro, decerto, a troco de uns trocos...
A evitar, absolutamente, em nome da autêntica literatura!