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segunda-feira, 1 de junho de 2015

Miscelânea infantil


Cumpra-se, então, o Dia da Criança (que todos, um dia, fomos), também por aqui, no Arpose.
Da primeira colecção de cromos, que tive, oriundos de pequeníssimas pastas de chocolate, até uma das iniciais colecções de livros infantis (Série Joaninha, Liv. Clássica Editora), que li - aqui ficam testemunhos parcelares em imagens.
Dessas efémeras, infantis ocupações lúdicas, faltam, por perdidos no tempo, uns rabiscos que eu fazia, recorrentemente, tentando representar uma ilha. Que não era a do Tesouro, de R. L. Stevenson, que só vim a conhecer e ler mais tarde. Mas que tinha personificados alguns camponeses e guerreiros, em manobras, um castelo, árvores, um porto, barcos e algumas casas rudimentares...

sábado, 2 de abril de 2011

Livro Infantil



No dia em que se celebra o Livro Infantil, imagens da colecção Contos de Encantar/Joaninha que foi, indiscutivelmente, a mais emblemática da minha infância. E a reprodução da capa do último livro infantil que comprei, já passava dos 40 anos, porque o seu autor era Eugénio de Andrade - História da Égua Branca.

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

De Memória e com Afecto



A literatura infantil (e, de algum modo, a juvenil) quase sempre foi tratada como parente pobre nos estudos literários. Quando de qualidade, as obras para crianças ou adolescentes, são alicerces estruturantes na formação de mentalidades e na criação de princípios éticos, sociais, de justiça, solidariedade e liberdade.