Bernard Berenson (1865-1959), historiador de arte, norte-americano de origem lituana, refere sobre Leonardo da Vinci:
"...Leonardo é o único artista de quem se pode dizer, literalmente, que tudo aquilo em que tocou, se transformou num coisa de beleza eterna. Pouco importa que o que nos mostra seja um estudo de músculos, a dissecação de um crâneo, um feto, porque tudo aquilo que desenha, se clarifica, se transforma num reservatório inesgotável de eflúvios vitais. E tudo isso sem premeditação, porque a maior parte destes mágicos esquissos eram lançados à guisa de argumentos nas demonstrações científicas onde se concentravam todas suas faculdades cerebrais. ..."
