quarta-feira, 20 de maio de 2026
Arcaísmos (XIII)
terça-feira, 19 de maio de 2026
Desabafo (108)
segunda-feira, 18 de maio de 2026
Bibliofilia 232
Citações DCCCIII
sábado, 16 de maio de 2026
Apontamento 188: Sapiência versus Ignorância
A própria capa do livro sugere um mundo outro, de estética e funcionalidade entre a luz e a sombra.
O título promete para os que ainda navegam “nas margens do saber”, para usar as palavras de um investigador também referência dessas matérias marginais.
O início da leitura convoca um ambiente cultural, luminoso, da cultura clássica para o Humanismo, revelando o caminho do suporte material do texto para a sua fixação final em códice e livro, destinados ao uso do promissor leitor.
O efeito da leitura, de um texto com a marca da sapiência, tem o benefício de nos levar para outras margens.
Assim, vieram as regras de retórica para orientar a presente exposição: opção pela ordem ascendente ou descendente? Sequencialmente surgiram, obviamente, o ensinamento do Padre António Vieira que, através da construção dos seus sermões, se tornou o mestre para ensinar a elaborar um texto com cabeça, tronco e membros.
Deixando, pois, e para os leitores atentos, a curva luminosa do supremo bem da Sapiência, entramos na curva descendente, com acentuado declive, pelos anos 80, no ensinamento das línguas e culturas clássicas, no ensino oficial. O desenvolvimento do pensamento racional e lógico das matérias em causa parecia complicar com o enorme esforço inerente ao efeito final de “arrumar uma cabeça carente”
Entre os meus amigos ainda contei um Professor de Latim e Grego que, na sua casa e para apoio das suas aulas, tinha uma máquina de escrever com alfabeto grego. Que sensação de ignorância de não o poder acompanhar nessa caminhada.
O minguar da oferta do estudo das línguas e culturas clássicas acentuou-se, como é evidente para quem ainda não se relegou, por completo, a uma caminhada, cada vez mais ignorante, incivilizada, imoral e desumana.
Renegar
a cultura, o saber e a HUMANIDADE, terá os efeitos nefastos que começámos a
observar num quotidiano degradante sem limites.
Post de HMJ
sexta-feira, 15 de maio de 2026
quinta-feira, 14 de maio de 2026
Os prolegómenos das lesmas
terça-feira, 12 de maio de 2026
Ideias fixas 105
Os serviços públicos estão a poupar imenso nos telefones - só muito raramente atendem os utentes.
segunda-feira, 11 de maio de 2026
Livros em leilão
Memória 160
sábado, 9 de maio de 2026
Um poema de E. de A.
sexta-feira, 8 de maio de 2026
Da leitura 65
GEMIDO XXXIV
quinta-feira, 7 de maio de 2026
Citações DXXXIII
quarta-feira, 6 de maio de 2026
Uma fotografia, de vez em quando... 209
terça-feira, 5 de maio de 2026
Recomendado : cento e doze
Filatelia 155
segunda-feira, 4 de maio de 2026
Marcadores 37
domingo, 3 de maio de 2026
Surpresa
sexta-feira, 1 de maio de 2026
Lembrete 79
1 poema, em versão portuguesa
I, 2
quinta-feira, 30 de abril de 2026
Citações DXXXII
quarta-feira, 29 de abril de 2026
A evitar, absolutamente (9)
terça-feira, 28 de abril de 2026
Simbolismos
segunda-feira, 27 de abril de 2026
Elucubrações enológicas
domingo, 26 de abril de 2026
Antes de mais, esquecemos...
sábado, 25 de abril de 2026
sexta-feira, 24 de abril de 2026
Comic Relief (167)
Traduzindo o início do artigo (TLS nº6378): "Uma velha piada soviética diz assim: « Somente o futuro é certo: o passado é imprevisível»."
Desabafo (107)
quinta-feira, 23 de abril de 2026
No Dia Mundial de Poesia
At 3 a. m.
quarta-feira, 22 de abril de 2026
Leilão
segunda-feira, 20 de abril de 2026
Curiosidades 117
Humor Negro (31)
" Beethoven era tão surdo que toda a vida esteve convencido que pintava. "
François Cavanna (1923-2014).*
* há quem atribua a frase a Woody Allen.
domingo, 19 de abril de 2026
Estado da natura 12
sábado, 18 de abril de 2026
Arcaísmos (XII)
sexta-feira, 17 de abril de 2026
quinta-feira, 16 de abril de 2026
Marcar o ponto
Desta selecção de 100 postes de José Cutileiro (1934-2020) que apareceram, entre 2014 e 2019, no blogue Observador de Vera Futscher Pereira (1953-2019), eu terei lido uma grande parte. Mas a releitura permitiu-me perceber que os textos, muito bem escritos, mantiveram a vivacidade, o humor e o saboroso agrado de leitura.
quarta-feira, 15 de abril de 2026
Pinacoteca Pessoal 221
terça-feira, 14 de abril de 2026
Últimas aquisições (66)
segunda-feira, 13 de abril de 2026
Bibliofilia 231
domingo, 12 de abril de 2026
Divagações 216
Admiro-me imenso como tantas boas almas inocentes perdem tempo a citar e nomear os grandes ogres deste mundo. A dizer bem ou a dizer mal é sempre fazer-lhes, estupidamente, publicidade grátis. Para isso já bastavam os canais televisivos vendidos e os jornalistas palermas e incultos que não sabem fazer mais nada.
sábado, 11 de abril de 2026
Uma louvável iniciativa 69
O célebre gadídio
sexta-feira, 10 de abril de 2026
Apontamento 187: Pequenos, grandes livros
Como a qualidade intelectual dos homens também não se mede aos palmos, assim acontece com o livro pequeno – designado Lilipute – dedicado ao seu conteúdo indispensável para combater a “intolerante ignorância”, agradecendo ao Senhor Professor Carlos Reis a brilhante citação para caracterizar o momento cultural e político que a República, em declínio democrático, atravessa.
Perante a voragem de espúrias
“literacias”, tentativas hipócritas para esvaziar os núcleos centrais de
disciplinas de formação essenciais para o pensamento humano com autonomia,
basta lembrar, mais uma vez, os Princípios Gerais da Lei de Bases do Sistema
Educativo que vigora:
“artigo 2º: Todos
os portugueses têm direito à educação e à cultura, nos termos da Constituição
da República.”
e ainda esta pérola hipócrita que “O Estado não pode atribuir-se o direito de programar a educação e a cultura segundo quaisquer directrizes filosóficas, estéticas, políticas, ideológicas ou religiosas;”
Com efeito, o desvario generalizado aconselha, de facto, a leitura, e quiçá a entrega gratuita desse pequeno grande livro na imagem aos docentes e discentes.
Assim, o estudo e a consulta do
pequeno grande livro permitiriam, sem dúvida, corrigir esta tendência para um
plano inclinado de vulgarização de conceitos, combater os abusos e a manipulação,
que grassa na sociedade actual, contribuindo, desta forma, para a renovação de
um saudável ambiente escolar e de formação humana, combatendo a degradação e o
apoucamento em curso.
Aproveita-se a oportunidade para aconselhar também aos docentes, com obrigação para leccionar o exímio Almeida Garret, a leitura de um livrinho “essencial” sobre o Constituição, a original de 1822, porque serve, com explicação de proveito, para entender melhor – e fazer compreender – as suas obras.
Post de HMJ




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