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quinta-feira, 29 de outubro de 2026

Por cá também foi assim...

 

...nos anos de 1956 e 1957.

sexta-feira, 24 de abril de 2026

Desabafo (107)


São os vendidos da língua portuguesa, talvez primos por afinidade do Zeinal Bava, mas esse ainda tinha justificação por ser pidgin english de nascença. Estes são apenas saloios mentais e julgam que, por usarem americanismos, a torto e a direito, serão mais considerados pelo vulgo.
Podemos encontrá-los aos montes, nos canais televisivos, como "especialistas" frustes e comentadores (?).

sexta-feira, 25 de abril de 2025

Imaginação na tv


Pode medir-se a dimensão imaginativa da direcção dos nossos canais televisivos nacionais se, ao menos uma vez, prescindirem do Culkin pela época natalícia ou da Medeiros pelo 25/4, nos seus programas.

domingo, 22 de novembro de 2020

Ideias fixas 60

Não fora o som, as senhoras até têm boa presença visual televisiva. E uma delas apresenta conteúdos com algum interesse cultural. Mas a voz, que usam, faz delas autênticas "gargantas do império", já extinto. Aborrecem, saturam de tão empoladas, obrigam, por enjôo, a zappinar para outras paragens mais saudáveis e naturais. Mas demos nomes a estas pernósticas demiselas da tv pública e nacional: Fátima Campos Ferreira e Paula Moura Pinheiro.

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2019

Obituário afectivo


Albert Finney (1936-2019) faleceu ontem.
Raros actores se me impõem acima do trabalho e da marca de realizadores, com antecipada garantia de qualidade. Finney era um deles.
A partir de Tom Jones (1963), pelo menos. Mas terei de acrescentar, ainda que muito selectivamente, Under the Vulcano (1984), The Browning Version (1994), Big Fish (2003) e o excelente desempenho do actor para a série televisiva Cold Lazarus (1996), com argumento de Dennis Potter.
Infelizmente, teremos de ficar por aqui...

quarta-feira, 21 de junho de 2017

Aditamento (à temática: jornalismo)


Para avaliar o tipo de jornalismo indigente que se vem fazendo em Portugal, basta lembrar a inventona, ontem, da "queda de avião Canadair, perto de Ouzenda", que circulou pela quase totalidade dos canais televisivos, durante mais de três horas. Até vir a ser desmentida, categórica e oficialmente, pela autoridade de combate aos fogos, no briefing das 19h00.
Quem disse que, em Portugal, não havia fake news?

quarta-feira, 7 de setembro de 2016

Desabafo (15)


Vou tendo cada vez menos paciência para poemas longos, que se desenrolam em versos repetitivos, que nada vão acrescentando, como o If do Kipling. Tal como me exasperam as perlengas moralistas ou retóricas sobre ninharias inúteis.
Vinte minutos contínuos, ontem, de incêndios no noticiário da TV. Penosamente vistos, inutilmente olhados. Contributo perverso para acicatar a coragem de alguns desarranjados pirómanos, que ainda não se puseram em campo, com os seus isqueiros de bolso?
Mas de que maneira um cidadão normal vê isto no ecrã televisivo? Com pavor? Com pena? Com caridade compungida? Ou como simples espectáculo - talvez desejo ardente dos directores de programas, sedentos de aumentar o seu share?
Não haverá meio de reduzir estas reportagens ao mínimo, a breves notas com discrição, evitando as vozes épicas ou empoladas de jornalistas enxundiosos e apalermados?