Mostrar mensagens com a etiqueta Ministério da Educação. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Ministério da Educação. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

No tempo em que o M. E. N. não era M. E. C.


Esta advertência, sob a forma de Ordem de Serviço, vinha na página 93 da Revista de Portugal (nº 59, Novembro de 1947). Era no tempo em que ainda não havia CEO's...

domingo, 22 de dezembro de 2013

Da Janela do Aposento 41: Exorcismos, a montante 2




Considera-se este segundo “post” como complemento do anterior na medida em que “fecha a abóboda” com a manta de retalhos da formação pedagógica de docentes não universitários.
A nossa apreciação não tem nada a ver com a inabilidade, o populismo e a irresponsabilidade do actual detentor da pasta – da Educação e da Ciência (!) – Nuno Crato, cuja ignorância política perante o problema sistémico de ingresso na carreira docente, herdado da Ditadura, serve apenas para esconder opções ideológicas. Relembrando um soneto de Nicolau Tolentino, intitulado “Deitando um cavalo à margem” e publicado no ARPOSE de 10.7.2010, o que se pretende, no fundo, é despachar o “Despojo inútil do inconstante vento.”
Com efeito, enquanto a tutela precisou dos “cavalos”, delegou a sua formação inicial maioritariamente nas Instituições de Ensino Superior, públicas e privadas, criando, sob a responsabilidade dos diversos Ministros, e foram inúmeros, uma panóplia de “formações pedagógicas”. No entanto, se houve quem beneficiasse com “ingressos na carreira” mais rápidos e/ou benevolentes, os fautores e responsáveis têm o seu assento nos sucessivos Ministérios da Educação.

Convenhamos que, com Ministros como o actual ocupante da pasta, a Academia não precisa de defesa, ”porque quem não sabe a arte, não na estima.”

Post de HMJ

sexta-feira, 13 de julho de 2012

A ética (portuguesa) em diagonal

Comprometi-me, comigo mesmo, a não abordar mais, aqui no Blogue, o caso rasteiro e reles das ervas daninhas, ou relvas, se preferirem que eu seja mais explícito - é que o assunto já fede.
Mas estranho que o MEC (ministério da Educação...) e o magnífico Conselho de Reitores não tenham uma palavra a dizer. É pobre, é lamentável, é a prova provada da indigência destas instituições: parecem estar todos a esbracejar na sarjeta dos dejectos, tentando nadar, caladíssimos, para sobreviver. Assim vai a Ética em Portugal.