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quinta-feira, 11 de julho de 2019

Pinacoteca Pessoal 152


Não sendo excessivamente celebrado como pintor de primeira água, o inglês (Lionel) Maurice de Sausmarez (1915-1969) tem no entanto uma obra reconhecida por todos, como pedagogo, no domínio das Belas Artes. Foi professor na Universidade de Leeds e, mais tarde, na Byam Shaw School of Arts (Kensington, Londres). A sua obra pictórica não é extensa, nem muito inovadora, mas é de boa qualidade.


Foi grande amigo dos pintores Peter Sledge e Bridget Ryley (1931), esta última uma das mais importantes artistas da Op Art inglesa. Com eles viajou e viveu, episodicamente em Itália e na França, o que talvez explique alguma influência residual do Cubismo nas obras iniciais de Maurice de Sausmarez.


Quase exclusivamente figurativo, o seu legado inclui algumas notáveis naturezas mortas, de que eu gostaria de destacar o quadro Dead Tree.

sábado, 3 de março de 2012

Divagações 21


Não há como formatar o destino às paixões pequenas e deixar o improviso para os amores maiores. Abrir, pela manhã, a infância das artes ou a iluminação do passado nos passos mal despertos. A tarde há-de recomendar, sempre, uma outra prudência nos gestos, ou no percurso. Todo o esforço do dia vai permitir à noite refazer, com liberdade, a coreografia inacabada.
Estará mais frio, porventura. Essa lâmina de lucidez terrestre que nos vai situar, definitivamente. Por acréscimo, fiapos que sobraram, ou palavras que não foram ditas serão matéria de sonhos inexplicáveis, que mal se recordam na manhã futura. Nem conseguiremos, nunca, decifrar a gosto.