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quarta-feira, 28 de agosto de 2019

Ineficácia e caprichos marcanos - aviso à navegação


Por sua alta recreação, desde ontem, o Google deixou de permitir incluir imagens nos postes do Arpose. Não será caso único, pois, pelo menos, um outro Blogue, hoje, se queixa do mesmo. Assim vai o mundo que está sob o império marcano...
Ineficiência, mau serviço e birras de uma empresa que parece seguir, por contágio, o destrambelhamento mental que norteia o ogre que preside aos destinos do seu país. Deus bless América!, mai-los seus desmandos infantis e desordenados.

quarta-feira, 31 de janeiro de 2018

Desabafo (32)


O excesso cansa-me. De imagens. Fico extenuado da vista, pela secura da imaginação verbal...

domingo, 5 de junho de 2016

Bancos de imagens e motores de busca


Já se sabe, o Pinterest é o pimp de serviço...
Mas, mal de nós, se temos de procurar iconografia através dos motores de busca da internet!
Em matéria de imagens, o Bing é de uma indigência atroz. O Yahoo! (como o próprio ponto de admiração indicia) é foleiro e pobrete. Escapa o Google, embora com excesso de palha para alimentar convenientemente a carneirada, algoritmos a mais e apoucado de clarividência.
Valha-nos a biblioteca  de cada um!, que melhor corresponde à exigência de cada qual...

quinta-feira, 28 de abril de 2016

Uso Pessoal 13


Ponto de honra e para memória futura, deixo exarado que, nestas errâncias portuguesas de Norte a Sul de Portugal, tive a sorte e o acaso de ver uma lindíssima imagem (séc. XVIII?) de Sta. Iria, na sacristia da igreja da Misericódia de Faro. Em talha dourada de fino recorte e panejamentos ondulantes, apesar de um pouco arrebicados, não desdenharia eu de tê-la, para melhor a admirar...
Não excluo imagens votivas ou os Santos, da minha convivência. Neste particular, não sou um laico puritano e ortodoxo, antes, um liberal. Vem-me de infância o gosto de tê-los por perto, ainda quando gostava de coleccionar santinhos, alguns em pergaminho, muito bonitos. Mas também pela hipótese de alguma hesitação tardia, ou dúvida final que ocorra, na hora da morte. Haverá por aqui - dirão alguns - oportunismo. É possível...
Dos domésticos, em estatuária bisonha e tosca de santeiro de província, o meu preferido é o Menino Jesus de Praga, de cabelo de poupa levantada e com o orbe em sua mão pequena. Oferecido e comprado em Esposende, por pessoa já falecida, e de minha grande estima e memória. Depois, uma Senhora das Angústias (é assim que eu lhe chamo), na sua porcelana já um pouco erodida. Estupidamente caro, comprei, há talvez quase três décadas, a um santeiro de Belmonte, grande negociante (cigano? cristão-novo?), um interessante e bem trabalhado S. Tiago em faia, a que não falta a icónica vieira e o cajado de viandante.
Finalmente, dois Cristos mutilados e crucificados, a que já faltam as cruzes. Que instalam na casa uma ponderação sofrida, mas também, com as suas chagas ensanguentadas, uma estridência anti-junqueiriana, que me lembra sempre José Régio...