Mostrar mensagens com a etiqueta Últimas aquisições. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Últimas aquisições. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 14 de abril de 2026

Últimas aquisições (66)

 

Recentemente editado (Março), comprei-o hoje. Terá porém que esperar na lista de prioridades, disciplinadamente, pela sua vez de leitura....

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2026

Últimas aquisições (65)

 

Recentemente, chegaram-me do Porto (Livraria Lumière) as duas obras, em imagem. Dum rápido folhear, ficou-me a impressão duma futura agradável leitura do voluminho (56 páginas) de Afonso do Paço (1895-1968), pelo menos. Pena é que, da Guerra Colonial portuguesa, na 2ª metade do século XX, não haja também um trabalho sério sobre a mesma temática.

terça-feira, 27 de janeiro de 2026

Últimas aquisições (64)



É um calhamaço respeitável, com 776 páginas, das quais 685 pertencem ao texto base de leitura. Correspondência de um escritor que prezo e de que raramente prescindo. A obra saiu em Novembro de 2025.

sexta-feira, 27 de dezembro de 2024

Ultimas aquisições (56)

 

Muito provavelmente, serão os dois últimos livros que comprarei neste ano, prestes a findar, de 2024. Se Orlando Ribeiro (1911-1997) sempre foi um conceituado geógrafo, com quem muito aprendi, Vasco Gato (1978) revelou-se-me, nesta antologia de traduções, um poeta de muito bom gosto, e a ter em conta para de futuro.

quarta-feira, 23 de outubro de 2024

Últimas aquisições (55)

 

Saiu recentemente este Lire Magazine, cuja temática principal é dedicada a Françoise Sagan (1935-2004), com cerca de 60 páginas, mas que não exclui outros artigos com interesse.

quarta-feira, 25 de setembro de 2024

Últimas aquisições (54)

 


Não comprei o livro sobre a biografia de Alexandre O'Neill há muito ( foi editado em Abril de 2024 ) e comecei a lê-lo há pouco tempo ( vou na página 61 ). O que foi entusiasmo antecipado, durou pouco. Da leitura, colhi uma impressão de desarrumo e, embora carreie alguma informação pouco conhecida, o texto, em si,  parece-me confuso. Não  recomendo a obra, por isso.

sexta-feira, 16 de agosto de 2024

Últimas aquisições (53)

 

Recém chegados do Porto, estes dois livros que se fizeram acompanhar, graciosamente, de um marcador alusivo à sua origem. Tenho as melhores expectativas quanto à sua leitura próxima futura.



sexta-feira, 28 de junho de 2024

Últimas aquisições (52)

 


Sobre o texto (Memórias Pessoais, de António Cirurgião), a ver vamos. Agora, quanto ao grafismo da capa (Estúdio João Campos) é, na minha subjectiva e modesta opinião, um modelo de bom gosto estético, que se destaca no meio de tanto lixo visual que por aí aparece nas montras das livrarias, de outras editoras.

sexta-feira, 12 de abril de 2024

Últimas aquisições (51)



A política de aquisições, cá por casa e nestes últimos meses, tem sofrido uma desacelaração saudável, felizmente, até porque o espaço para colocação de novos livros é já muito exíguo e nem sempre o mais apropriado. As novas leituras têm sido feitas dos volumes em reserva, que ainda são bastantes.
Mas há obras a que não se pode faltar. Em Novembro do ano que passou, centenário do nascimento de Jorge de Sena (1919-1978), a Universidade do Minho organizou o XXI Colóquio de Outono dedicado ao escritor português, tendo convidado vários docentes universitários nacionais e brasileiros para participar.
Algumas das colaborações vieram a integrar este livro Sena Hoje (Edições Colibri, 2023). Destaque para o estudo de abertura da obra, da autoria do catedrático Vítor Aguiar e Silva (1939-2022), no que terá sido, provavelmente, o seu último trabalho de investigação e ensaio - "Jorge de Sena e o conhecimento científico do texto literário".

segunda-feira, 1 de janeiro de 2024

Últimas aquisições (50)

 

Foram os dois últimos livros comprados em 2023, escolhidos por mim, mas que me foram oferecidos depois (obrigado, HMJ!). De dois escritores consagrados e reconhecidos - Karl Kraus (1874-1936) e Albert Camus (1913-1960). Que eu já não tenho grande curiosidade nem muito tempo para ler escritores  desconhecidos, ainda que muito publicitados pelas costureiras influencers dos blogues pagos e municiados pelas editoras manhosas.


Para que conste e fique registado, o último livro que acabei de ler, em 2023, foi um policial (Vampiro, nº 619). De Nicolas Freeling (1927-2003), escritor inglês, de escrita quase sempre bastante desarrumada e frágil trama policial, mas cujas obras são de leitura rica em sugestões culturais e quase sempre animada e agradável. Ligeira, embora.









segunda-feira, 17 de abril de 2023

Últimas aquisições (45)

 

Comprei o livro talvez por desfastio, mas só depois reparei que se tratava de uma antologia de autores diversos portugueses (de Alçada Baptista a P. Varela Gomes), sobre o tema, escolhidos pelo Embaixador. Com certeza que a selecção tenderá, na oblíqua, para a direita, só espero é que tenha bom gosto nos textos incluídos.

quarta-feira, 16 de novembro de 2022

Últimas aquisições (41)



A passagem de testemunho, de uma forma geral, implica para alguns uma certa responsabilidade.
Esta biografia credenciada do poeta inglês William Blake (1756-1827), da Oxford Paperbacks, da autoria de Mona Wilson, na sua segunda edição, de 1971, terá tido, antes de mim pelo menos, dois proprietários. Com a particularidade de que um deles terá comprado o livro na célebre livraria-editora Shakespeare & Company, de Paris, em Dezembro do ano de 1975. Atestado pelo carimbo de uma das páginnas iniciais.



quarta-feira, 20 de julho de 2022

Últimas aquisições (40)



O livro já tinha saído em 2017, mas eu não dera por ele, senão agora na livraria, exposto na bancada. O trabalho sobre Vergílio Ferreira (1916-1996) é de Helder Godinho, um especialista da sua obra.
Ao lado, HMJ lembra-me que o Autor já terá sido excluído, em tempos recentes, dos programas escolares. No século XX, Pessoa em poesia, e Saramago na prosa, como bons eucaliptos, secaram tudo à volta...
Será Vergílio Ferreira mais um dos próximos grandes esquecidos do futuro?
Consolêmo-nos entretanto com a leitura deste livrinho de fino gosto e módico preço (6/ 5,40 euros).

segunda-feira, 20 de junho de 2022

Últimas aquisições (40)



Os escaparates de exposição destes livros, editados pela Fundação Francisco Manuel dos Santos, não são famosos, nem práticos, no interior do supermercado. Obrigam a malabarismos para ler as lombadas e ver se os temas nos interessam. Por outro lado - e isto é um aviso! -, com a ganância dos coleccionadores de marcadores de livros, muitos deles já foram surripiados dos voluminhos. Há que verificar livro a livro.
Mas os assuntos são normalmente bem abordados e por quem sabe, e o preço é módico: 3,15 euros. Hoje, trouxe da média superfície o nº 97 dos Ensaios, sobre As Plantas... (em imagem acima), do biólogo Luís Mendonça de Carvalho, livrinho editado em 2019. Espero vir a gostar de o ler. E de aprender alguma coisa.

quarta-feira, 25 de maio de 2022

Ultimas aquisições (39)



Descendo quase em linha recta do recanto da Padaria das Mercês, no Bairro Alto, onde ainda se fabrica e vende o dito sério e "pão honesto" de Cesário, em direcção ao Calhariz, vamos entrar, ao lado do elevador da Bica, na minha velha e bem conhecida Livraria Antiquária de José Manuel Rodrigues. Que, ontem, não estava lá, representado e bem, no entanto, pela sua filha Catarina.
Das estantes e mesas, após cuidada visita, de lá vieram dois poetas estimáveis: Pascoaes, em estudo competente de Alfredo Margarido, e Agostinho da Cruz, arrábido quinhentista, com um pequeno cancioneiro semi-inédito. Custaram-me 10 euros e já comecei a folhear os livros, com agrado.



domingo, 24 de abril de 2022

Últimas aquisições (38)



Não é muito frequente, hoje em dia, encontrarmos, em livrarias normais, livros com alguns anos, de casas editoras já desaparecidas ou em vias de extinção. Os chamados fundos, habitualmente e para poupar despesas de armazenamento, são guilhotinados sem quaisquer contemplações. Assim se perdem obras de reconhecido mérito e interesse, que desaparecem de circulação comercial. Ora, estes dois livrinhos da colecção Passagens, da Nova Vega, encontrei-os, novos e em bom estado, na Livraria Escriba, na Cova da Piedade. O preço era convidativo - trouxe-os para casa. O que foi uma boa decisão, no meu entender - o estudo sobre Herberto Helder é, no mínimo, bem feito, sugestivo e esclarecedor.

segunda-feira, 11 de abril de 2022

Últimas aquisições (37)



Os livrinhos têm quase todos um ar simpático, um grafismo cuidado e de bom gosto. Além disso, os temas abordados não são vulgares, antes singulares. São tratados de modo muito próprio pelos autores e os pequenos volumes têm um preço tentador: 3,15 euros. Um aliciante para os fãs que coleccionem marcadores: cada obra possui um (tipo postal) alusivo ao assunto tratado no texto.
Remato, da última vez que fui ao sítio do costume, arrebanhei estes 3 (capas em imagem) e trouxe-os comigo. Não me arrependi, até agora.



sábado, 8 de janeiro de 2022

Últimas aquisições (36)


Por razões várias as minhas compras de livros, usados sobretudo, têm diminuído substancialmente nos tempos recentes. As visitas aos alfarrabistas, por sua vez, também têm decrescido muito. A mais recente foi para ir buscar, à rua da Misericórdia, um livro que HMJ tinha reservado.
Não pude deixar de fazer uma rápida vistoria à banca central da loja e acabei por escolher 2 livros, em muito bom estado, que provavelmente teriam vindo da biblioteca da germanista Maria Leonor Machado de Sousa (1932-2021), que fora também directora da BNP. E que falecera em Setembro passado.
O livro editado pela Gallimard, em 1972, na sua colecção Poésie, decepcionou-me por não ter sequer um estudo introdutório à obra lírica do ensaísta e poeta francês. Pelo contrário, o célebre estudo de Marañón publicado pela Tavares Martins (Porto) teve um aparato gráfico e geral de muito boa qualidade. Editou-se em 1947, na sua versão portuguesa.

quinta-feira, 16 de dezembro de 2021

Últimas aquisições (35)



O tempo tem ajudado e anteontem vimos o Jardim do Príncipe Real com as bancas de livros usados montadas. Ontem, foi na rua Anchieta que os alfarrabistas habituais dispuseram a sua mercadoria, e que provavelmente lá vai ficar até ao fim-de-semana, para as vendas natalícias.
Aviei-me com dois livros, um do poeta inglês Ted Hughes (1930-1998), o outro do ensaísta alemão Walter Benjamin (1892-1940). A ver vamos o que valem e se valeu a pena...

quinta-feira, 18 de novembro de 2021

Últimas aquisições (34)




Li muito Júlio Dantas (1876-1962) durante a minha juventude, pelo menos até conhecer o Manifesto do Almada que me pareceu expurgatório. Mais tarde, vencidos os pruridos adolescentes e o politicamente correcto, voltei-lhe à carga nas leituras, porque o seu estilo sempre me pareceu pitoresco e a escrita, elegante.
Ontem, reincidi mais uma vez e por bem. Num dos já raros alfarrabistas lisboetas adquiri, usado e por 4 euros, o póstumo Páginas de Memórias (Portugália, 1968). E já vou na página 97...

Adenda temporal: bem vistas as coisas, Júlio Dantas não era mais nem menos do que um artista do regime, tal como hoje, a Joana Vasconcelos, salvo as devidas proporções estéticas. Embora o escritor trabalhasse sozinho. Ou mesmo Almada Negreiros, que se academizou nos últimos anos da sua vida.