segunda-feira, 11 de maio de 2026
Memória 160
terça-feira, 30 de julho de 2024
Pinacoteca Pessoal 205
sexta-feira, 29 de setembro de 2023
Recomendado : noventa e sete
quarta-feira, 21 de junho de 2023
Confusões
sexta-feira, 14 de outubro de 2022
As pequenas javardas
segunda-feira, 13 de dezembro de 2021
Pinacoteca Pessoal 179
Há frases, livros, filmes que nos marcam na juventude e, ao primeiro encontro, nos ligam a um nome ou autor, nos verdes anos. São paixões fatais, embora eu não goste de abusar deste substantivo nem do adjectivo referidos atrás. O uso reiterado destes exageros mal medidos de sentimentos incontinentes só acaba por banalizar e desvalorizar o que deveria ser usado com respeito e parcimónia, para ganhar solidez e credibilidade humana... Isto para dizer que terá sido com 14 anos que dei, no Petit Larousse, com o primeiro quadro do pintor inglês Thomas Gainsborough (1727-1788) que retratava o casal Andrews, em fundo paisagístico, pintura que se guarda no Louvre. Não mais o esqueci.
Nascido na Grã-Bretanha, Gainsborough veio a estudar em França e até Van Gogh o refere, de forma entusiástica, nas suas cartas ao irmão Theo. Acima pode ver-se a tela retratando a família Baillie. Considerado como um paisagista de eleição, os seus quadros eram muito apreciados pela nobreza e pela burguesia. Retratista notável, não quero deixar de destacar o seu retrato do célebre actor David Garrick (1717-1779) ou o da senhora Lowndes-Stone, quadro que pertence ao acervo do Museu Calouste Gulbenkian.
terça-feira, 3 de setembro de 2019
Arte ?
terça-feira, 23 de julho de 2019
Curiosidades 75
terça-feira, 16 de abril de 2019
A arte de rebaixar a Arte
domingo, 15 de julho de 2018
As borboletas da net (e aí vai mais um poste "elitista" e politicamente incorrecto)
segunda-feira, 27 de novembro de 2017
Pinacoteca Pessoal 131
terça-feira, 3 de outubro de 2017
Pinacoteca Pessoal 129
E eu nunca me lembrei de incluir o artista francês nesta pessoal temática de Pintura.
Henri Matisse (1869-1954), a quem eu me referia, dizia que um quadro era uma lenta deliberação.
No entanto, os cerca de 50 esquissos, que fez, sobre a italiana Laurette (ou Lorette), para além das várias telas que a têm como motivo, comprovam indiscutivelmente a sua afirmação, de experiência feita. Na elaboração pictórica de um mesmo rosto, através das suas múltiplas perspectivas. E também idades e momentos próprios. Do pintor e do modelo.
Não disse o crítico de arte Andrew Forge (1923-2002):... porque uma paisagem por Van Gogh ou uma natureza morta são também um auto-retrato ?
Nota: o retrato de Matisse, que encima este poste é da autoria do seu amigo André Derain (1880-1954).
segunda-feira, 1 de agosto de 2016
Uso pessoal 14
Nota: para os devidos efeitos, tenho a declarar que este poste não é uma geminação da sofisticada temática "Elegâncias", que a MR costuma publicar no seu Prosimetron.
domingo, 15 de maio de 2016
Da incompletude
Mais convincente esta afirmação, mesmo assim deixa-me dúvidas.
sábado, 13 de fevereiro de 2016
Uma definição excêntrica de G. K. Chesterton (1874-1936)
quinta-feira, 24 de dezembro de 2015
terça-feira, 1 de dezembro de 2015
Adagiário CCXXXVIII : Dezembro (6)
2. Não há Dezembro valente que não trema.
3. Quem quer bom ervilhal, semeia-o antes do Natal.
4. Dia de S. Silvestre (31) nem no alho, nem na réstea.





























