Anda uma edilidade, ou seja, a
J.F. da Sobreda a selar o solo, tapando um declive com cimento e impedindo,
desta forma, que as águas pluviais possam ter um escoamento natural.
O
trabalho, a avançar meio metro por dia, deve ter um preço completamente
insano para efeito nocivo que o resultado final irá provoar.
Outra utilização ainda mais
perversa, feia, e incentivo a vulgarização e vandalização do espaço público já
se iniciou, com os trabalhos ainda em curso. A saber, vamos ter de olhar, em
vez de contemplar umas ervinhas, umas pinchagens chungas de extremo mau gosto.
A juntar aos berros de um
altifalante, de utilizadores pouco ou nada civilizados, do campo de jogo
contíguo, teremos então de agradecer à edilidade o feito de puxar o espaço
público cada vez mais “para o chinelo” em vez de se dedicar à elevação visual, cultural e mental
da paisagem.
Post de HMJ

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