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domingo, 9 de agosto de 2015

Da leitura (3)


Do último TLS (nº 5861), traduzido de uma recensão de Anne Magurran:

"...Mas é irónico que as conchas sejam, não apenas o símbolo da oração e peregrinação religiosa, mas também façam parte da identidade (logotipo) de companhias multinacionais cujas actividades pesam e podem comprometer o seu futuro. ..."

sexta-feira, 31 de outubro de 2014

Mercearias Finas 91


Trinco a primeira broa castelar deste ano e vêm-me à memória as latas de cinco quilos com massa de batata doce que, modernamente, são usadas na sua manufactura industrial. O sabor da erva-doce, fundamental, tal como nas castanhas cozidas, surge também, feminino e tenro. As associações chegam, ainda que palidamente, até ao anis, de que me despedi, em definitivo, há muitos anos atrás, uma noite de Verão, em Santiago de Compostela. Os 50% do arábica e outro tanto de robusta, do café, combinam-se na boca com a macieza tenra das broas castelar.
Já me cheira a Natal...