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segunda-feira, 8 de dezembro de 2025

Uma rosa de...

 

...Inverno, que veio de longe, para quem a mereça.

sábado, 19 de abril de 2025

Estado da natura 3

 

Única representante da frondosa roseira, na varanda a sul e até ao momento, a rosa demorou a florir, mas valeu a pena esperar pela sua beleza e esplendor natural. Que as suas irmãs não se demorem muito!..

sexta-feira, 25 de agosto de 2023

Uma alta rosa



A roseira, comprada na região outrabandista pelo início do ano, tem-se multiplicado em beleza e flores. Produziu, nestes oito meses, já cerca de dez rosas, todas elas com um pé direito de cerca de um metro de altura. Nunca vi coisa assim... Talvez esta (em imagem), que HMJ cortou ainda viçosa, venha a ser a última do ano. Oxalá que em 2024 venham mais rosas vermelhas alegrarem-nos a casa e a varanda.

quarta-feira, 6 de julho de 2022

A Sul



O botão pertence à segunda geração da roseira alta que comprámos em Abril deste ano. Na varanda a Sul, as primeiras três rosas cumpriram-se lindamente. E depois lentamente murcharam. Nesta florida geração presente, quatro botões de rosa se anunciam. Robustos como este, e promissores.

domingo, 1 de dezembro de 2013

Rosa de Dezembro


Não lhe toques mais
porque assim é a rosa!

Juan Ramón Jiménez


Nota: esta rosa (e como elas são difíceis em Dezembro!...) da varanda a leste, abriu entre Novembro e Dezembro, mas já estava prometida a sua imagem, antecipadamente.
O dístico perfeito de J. R. J., que traduzi, aplica-se objectivamente ao poema findo e completo. Mas também merece a beleza desta rosa perfeita.

terça-feira, 27 de novembro de 2012

Regressar, pouco a pouco


Reaprender o acender das luzes, quando se muda de casa, é essencial, como um cego adivinhar os interruptores da alma, em lugares diversos.
Finou-se, entretanto, a rosa de 36 pétalas, que pensei que durasse até Dezembro. Mas, no jardim de R. J., em Merkenich, o azevinho já tem pequenas bagas brancas e amarelas. Pelo Natal, vermelhas, como em Portugal.

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

A rosa


Os pássaros pareciam desaustinados, pelo vento forte e gelado, em voos descordenados e caóticos, paralelamente acompanhados, da terra, pelos gatos que pareciam perseguir-lhes as sombras fugidias, em saltos felinos, pelos canteiros desvastados e húmidos de orvalho.
Mas a rosa senhoril, enorme e perfeita, quase rubra, presidia imperturbável no centro da mesa interior, na sua jarra alta e, apesar de colhida há já dois dias, mantinha a compostura e beleza inicial. Pus-me a contar as pétalas: e eram 6, cada vez menores, em 6 círculos concentricos, que se iam fechando sobre os estames interiores, pouco visíveis. Eram, portanto, 36 pétalas, numa simetria que, embora natural, tinha qualquer coisa de divino, na sua totalidade rigorosa.
Sabia como as rosas naturais eram "difíceis em Dezembro". Talvez esta, por ser perfeita, possa chegar até lá. E eu ainda estarei cá para ver, se ela resiste, na sua grande beleza.