sábado, 24 de novembro de 2018

Últimas aquisições (9)


Até posso concordar que os livros estão caros. Mas, com um pouco de sorte e outro tanto de paciência, pode acontecer que os compremos baratos ou, pelo menos, a bom preço. É preciso é  saber esperar. E tirando 4 ou 5 nomes de escritores de que eu não prescindo de ler na primeira altura, e aquando da saída, dos restantes aguardo, sempre, uma oportunidade, para os adquirir ou em saldo (destino habitual dos pretensos e proclamados "best-sellers", quando não são guilhotinados pelas editoras...), ou usados. Foi o caso destes dois últimos que comprei e que me ficaram por 5 euros.
Destas conversas entre Goethe (1749-1832) e Eckermann (1792-1832) já eu lera inúmeras referências elogiosas, mas nunca sequer tinha visto qualquer edição à venda. Sendo embora uma selecção de textos escolhidos, este livro de 1947 dar-me-á, no entanto, a possibilidade de avaliar e fazer uma ideia geral desta relação amistosa e de afinidade de espírito entre os dois poetas. Quanto a Zafón (1964), tenho ouvido muitos elogios, quanto à sua escrita e qualidade. E, embora eu não embarque na última moda, com  facilidade, decidi trazê-lo para me certificar da qualidade, ou não, do escritor catalão. Creio que não me vou arrepender da compra - até pelo preço da aquisição.

6 comentários:

  1. Bom dia! Está um sol tão bonito que até apetece reler Zafón, quanto mais não seja para confirmar se a péssima impressão que esse livro me deixou se justificava.
    Mas deixo essa confirmação nas suas mãos avisadas. Não se esqueça, na devida altura, de nos informar do seu balanço.

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    1. De há uns tempos a esta parte que ando com um enorme fastio pela prosa-ficção. A ver vamos se quebro o jejum, com gosto, através do Zafón...
      Direi qualquer coisa, com certeza.

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  2. Fico à espera também das suas considerações :-) Bom dia!

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  3. Tenho o livro de Eckermann mas acho que com outra capa. Gostei e já reli partes. Quanto ao Záfon tem muitos fãs, mas eu não sou um deles. Li este e parte de O jogo do anjo...
    Bom domingo!

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    1. Eckermann parece ter sido para Goethe, aquilo que Gomes Amorim foi para Garrett... Uma dedicação e devoção altruísta de enorme generosidade.
      Veremos o Zafón.
      Boa tarde.

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