O casamento mais feliz que eu posso descrever ou imaginar, para mim mesmo, seria a união de um homem surdo com uma mulher cega.
Samuel Taylor Colleridge (1772-1834), in Recollections (1836), de T. Allsop.
O casamento mais feliz que eu posso descrever ou imaginar, para mim mesmo, seria a união de um homem surdo com uma mulher cega.
Samuel Taylor Colleridge (1772-1834), in Recollections (1836), de T. Allsop.
Pois, um FJV , para além de
ligado a um Governo de Passos Coelho, conhecido pela falta de primado, entre outros, nem vocação para a matéria
de Cultura, não representa, de facto, uma personalidade num universo mais AMPLO de cultura.
De facto, a cultura séria vive
actualmente em nichos, de que o escolhido nunca fez parte no passado, pautando-se por interesses libertos
de um calculismo de ocasião. Não confundamos a essência de CULTURA com
exposições públicas. São UNIVERSOS que, na essência, não se confundem.
Oxalá que a escolha para EDUCAÇÂO não se enquadre neste universo de reduzida mentalidade científica exigente que a menoridade pública recomenda.
Post de HMJ
Na sequência da temática, aqui ficam mais 9 arcaísmos seleccionados da obra já antes citada.
Ao Desconcerto do Mundo
... estes dois coelhos* expectantes, a quem até já cresceram barbas...
* rectificar para lebres, conforme sugestão oportuna do comentador RF.
É a hora !
Um aviso, seriíssimo, para que a União Europeia defenda os seus princípios e valores, a DEMOCRACIA, A HUMANIDADE E A PAZ.
O cidadão europeu exige-que as "Uschis" e os "Ruttes" se reudzam à sua insignifância - efémera - a fim de que não ponham em em causa TODO um projecto europeu.
NINGUÉM os elegeu para pôr em causa TODA a credibilidade que os cidadãoes europeus, de CULTURA, VALORES E HUMANIDADE, defendem.
E mais não digo em defesa do bem-comum !
Post de JMJ
O livro de cozinha, em epígrafe, tratando-se de uma tradução
do original intitulado «La Maison de Campagne», versão atribuída ao 1º Visconde de Vilarinho de São Romão, inclui três
extra-textos, engraçadíssimos.
O primeiro extra-texto, reproduzido acima, apresenta diversas formações
para as mesas, certamente de cerimónia, convidando o leitor para ir para a mesa
– digo eu!
O segundo, na imagem abaixo, apresenta-nos os utensílios
necessários na feitura das receitas. Bem gostaria eu ter alguns destes
apetrechos, embora não me possa queixar de muitas falhas na minha cozinha.
Do que já li e folheei, concluí que este livro de cozinha tem
uma vantagem relativamente aos anteriores, publicados em fac-simile pelo jornal
Publico.
O livro do Visconde de Vilarinho de São Romão é bastante
mais claro na explicação das receitas, juntando notas pessoais sobre a
alimentação, com conselhos saudáveis e escolha de produtos.
Portanto, esta Arte do Cozinheiro e do Copeiro terá
ainda uma utilidade para os meus cozinhados, não se limitando a um mero
documento das obras dedicadas à culinária.