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quarta-feira, 19 de março de 2025

Uma fotografia, de vez em quando... (194)

 

Querendo vir a ser escritor, inicialmente, o norte-americano Walker Evans (1903-1975) acabou por se dedicar ao fotojornalismo, vindo, mais tarde a integrar um departamento estadual no consulado de Franklin D. Roosevelt.



As grandes proporções que tomou a Depressão de 1929 motivaram que uma boa parte dos profissionais se ocupassem a testemunhar as repercussões do flagelo. No caso de Walker Evans, focando a sua actividade, sobretudo, no território de Alabama e das suas populações, com grande pormenor.




sábado, 5 de janeiro de 2019

Uma fotografia, de vez em quando... (117)


Entre o real e a fantasia, toda a arte se divide. Nalguns casos, mais raros, há artífices que sabem casar, harmoniosamente, as duas vertentes.
Ao olhar do fotógrafo norte-americano Walker Evans (1903-1975) a vida real não lhe escapou. Desde o lado documental da Depressão, na sua perspectiva rural, até ao sub-mundo urbano de Nova Iorque.



Inicialmente, Walker Evans foi livreiro e bibliotecário, profissões que o levaram a ter como referências T. S. Eliot, Joyce, e. e. cummings, Baudelaire e Flaubert, quando guinou o seu destino para a fotografia. Colaborou com a revista Fortune e está, hoje, representado em vários museus norte-americanos.



O efeito do contraste e uma subtil ironia, em alguns dos seus instantâneos, não deixa de assomar, algumas vezes, numa espécie de contraditório autoral e crítico.