sábado, 10 de janeiro de 2026

Leituras paralelas 4

 


Na sua crónica da semana anterior (3/1/2026), do jornal Público, Pedro Garcias escrevia: "Os citrinos, dizia eu, servem um bom propósito. Depois dos diospiros (eu sei que se escreve dióspiros, mas não consigo escrever dióspiros se lhes continuo a chamar diospiros), são o derradeiro prazer frutícola do ano e fonte vitamínica de amizade."
Ora, acontece precisamente o mesmo comigo. Aprendi a chamar-lhes diospiros e creio que ainda hoje, pelo menos no Minho, se lhes chamam assim. Continuo e hei-de continuar a identificá-los pela palavra grave e não pela esdrúxula.

4 comentários:

  1. Eu também continuo a dizer diospiros... Mas é fruta que não aprecio nada.
    Bom fim de semana!

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Ao contrário, na minha meninice e juventude, eu ansiava por Novembro para os diospiros amadurecerem. Gosto bastante do fruto e, ao que parece, são ricos em ferro.
      Agradeço, e retribuo os votos, cordialmente.

      Eliminar
  2. Também julgava que eram diospiros... Boa noite!

    ResponderEliminar