Tenho extrema dificuldade, hoje em dia, em ler histórias da carochinha. Felizmente, os meus filhos já estão crescidos. E, infelizmente, a minha neta está longe.
Dei, há dias, por um autocolante, no chão da entrada do Teatro S. Luís (Lisboa), com uma reflexão sublime, que dizia: Vai ficar tudo bem. De quem terá sido este brilhante pensamento filosófico?
Do Medina, depois de vir de Meca? Da Pinta do pelouro cultural lisbonense? Do Quim Barreiros?
Tudo isto é de mais para mim, porque ultrapassa o limite da indigência mental permitida.
Já nos basta o dia a dia.




