Não vale a pena esperar do grande capital uma genuína dedicação às causas da Democracia e, muito menos, humanidade e respeito pelos mais desfavorecidos.
O exemplo mais recente de completo desprezo veio, mais uma vez do FMI, na pessoa que dá pelo nome de Jean-François Dauphin.
A ignorância sobre a História do país, do qual ousa falar despudoradamente, associa-se, obviamente, a um analfabetismo funcional ao usar o adjectivo generoso num contexto completamente errado.
Se os seus defeitos culturais ficaram evidenciados, esperava-se, pelo menos, que tivesse mantido o mínimo respeito pelas pessoas a quem se refere de forma ofensiva, afirmando que as reformas mais baixas e de viuvez são demasiado generosas.
Peço a uma mão divina, caridosa, que ponha aquela criatura a viver, pelo menos durante um mês, apenas com uma pensão daquelas que julga generosa.
É com estes exemplares repletos de falta de humanidade que se mina a Democracia nos seus alicerces fundamentais, a saber, atacando uma sociedade solidária de defesa dos cidadãos e do estado social.
Mas, pelos vistos, nem vergonha tem para se pronunciar sem freio nos dentes.
Post de HMJ

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