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quarta-feira, 8 de janeiro de 2025

Interlúdio 102


Não é muito frequente, no Arpose, haver repetições de postes musicais, embora eu já tenha detectado algumas, poucas, distracções minhas. Mas este encore é de um quase "clássico" da música ligeira, com um trio de intérpretes de grande qualidade. A começar por Tina Turner.

quarta-feira, 24 de maio de 2023

Tina Turner (1939-2023)


Em memória também da minha juventude.

domingo, 26 de novembro de 2017

Em sequência legítima...

... embora desinquietante, talvez, para esta manhã de Domingo silenciosa e calma, soalheira...

Memórias da velha e pérfida Álbion


Em 1985, era Setembro, na modulação final da minha cristalização de gosto musical - reduto que, escassamente, foi perturbado depois -, em Queensway (Londres), havia ainda uma loja de discos, fulgurante. E eu já tinha ido para além de The Beatles, e procurava as últimas gravações de Tina Turner. O meu filho mais velho andava, então pelos Kraftwerk, muito naturalmente nessa décalage salutar de gerações. Quando lá entrámos, cada um se ocupou, na altura, das "bem querias" de que falava o bom velho Sá...
Acontece que, caída ou roubada, uma nota de 20 libras saíu, sem querer, de uma das nossas algibeiras diminuindo-nos o património familiar. Foi aí que, para restabelecer o equilíbrio das finanças, mais tarde em Greenwich, eu entrei numa agência bancária para trocar escudos portugueses por libras inglesas. Em abono da verdade, essa dependência bancária tinha ainda todo o ar pomposo e respeitável da época victoriana. Mas para ser justo, foram muito mais rápidos na operação de câmbios do que, em Portugal, para trocar as divisas, antes de eu iniciar a viagem para a Inglaterra.
Imagine-se o inimaginável:  uma atmosfera, qualquer coisa comparável por entre Charles Dickens e o Speedy Gonzalez...

quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Esta foi uma das músicas que o Álvaro ouviu, hoje...

...e deve ter ficado a adorar a Tina Turner. Ele, que devia estar mais habituado ao Leonard Cohen, canadiano, nascido em Montreal...

Música para ministros


Apesar dos 17º lisboetas, ontem e hoje, o Álvaro deve ter sentido saudades das planícies geladas e silenciosas do Canadá. Porque, ali pelo Camões, bem junto do seu gabinete ministerial, os feirantes montaram um arraial, para lhe dar música. Ensurdecedora, convenhamos, porque o mais suportável ia de Vangelis a Tina Turner, sendo que as sobrantes estridências impediam qualquer cidadão normal de ter sossego ou de se concentrar.
Mas ontem, pelo menos, o Gaspar, lá para as bandas do Terreiro do Paço, também teve direito a fanfarra... Mas parece que mandou a doutora Eva falar com os feirantes. Talvez lhe tenham desamparado a loja.
O que fazem os tempos: dantes os Ministros iam ao S. Carlos ouvir música; agora levam a música até ao local de trabalho dos ministros. Singularidades da democracia portuguesa. 

quinta-feira, 3 de março de 2011

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Tina Turner

Não parece nada, mas esta Senhora faz hoje 71 anos.

terça-feira, 25 de maio de 2010

Contraditório


Por causa do Leonard Cohen, eu estava a dever a mim próprio um contraditório. Por isso, a Tina Turner. Com as melhores lembranças. Em dois tempos e 1 "encore".

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Favoritos XXII : Leonard Cohen

Os meus primeiros contactos com as canções de Leonard Cohen (1934) não foram os melhores. Por uma questão de ritmo. Um grande amigo meu da altura (anos 70), hoje perdido no tempo e na geografia, era um fanático ouvinte de Cohen. Eu depreciava, achava-o muito lento e meloso. O meu ritmo era mais o de Tina Turner (1939), com o Ike por má companhia. Com o tempo e idade, porém, foi-o ouvindo com menos irritação e impaciência e, hoje, já gosto de o ouvir. Daí o poste e o "envoi" para E. S. , onde quer que ele esteja.