Se nos abstrairmos da base religiosa (natalícia) da música e dos efeitos sensacionalistas do cenário; bem como das expressões forçadas do violoncelista, que mais parece um actor cabotino de terceira ordem, tirando isso, parece-me que a música e o vídeo ainda valem a pena.
Os meus franceses - 1137
Há 8 horas