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sábado, 7 de fevereiro de 2015

Filatelia C


Os selos executados por impressão a talhe doce sempre foram uma das minhas tentações filatélicas maiores. Portugal tem uma década brilhante, neste particular, durante os anos 40 do século passado. Mas o fabrico, por este processo, é muito dispendioso.
A Suécia, no entanto - creio -, continua a produzir uma boa parte das suas estampilhas postais em talhe doce. O que confere aos seus selos uma qualidade estética superior. Deixo, em imagem e para exemplo, uma série de 1970, que tem por motivo o círculo polar árctico.

segunda-feira, 3 de junho de 2013

Filatelia LXVI : miscelânea


Apesar de, sob os meus olhos, terem passado, ao longo dos anos, imagens de milhões de selos, ainda há espaço, por vezes, para uma surpresa ou constatação de um facto curioso ou insólito.
Se, de uma forma geral, os Correios dos diversos países mundiais utilizam, nas suas emissões, motivos nobres, factos assinaláveis, paisagens bonitas e celebridades nacionais, para meu espanto verifiquei, ainda não vai há um mês, que a Bulgária fez emitir, em 1958, um selo dedicado aos alhos, representando uma réstia dos ditos... A nível mundial, creio ser caso único, e extravagante.
Ao longo da minha vida de filatelista sempre admirei, muito particularmente pela beleza de impressão, os selos executados a talhe doce, em que o desenho é gravado em traços cavados nos quais a tinta é depois absorvida pelo papel humedecido. A França usou grandemente este tipo de selos. E Portugal, também, sobretudo nos anos 40 e 50 do século passado. O processo, por caro e moroso, raramente é utilizado nos dias de hoje.
Dos temas abordados, se mostram os selos correspondentes. A série portuguesa, dedicada aos navegadores lusos, foi emitida em 1945. A emissão francesa é de 1946, dedicada a personagens célebres da História gaulesa. Ambas, embora monocromáticas, de grande beleza de execução.