Acabo de referir ao meu amigo C. S. a genial reflexão do rei D. João II, de que: "há um tempo de coruja e um tempo de milhafre." Assim há de facto, creio que para todos nós, um período de loquacidade, mas também há um espaço que recomenda silêncio e discrição nossa para com os outros, ainda que grandes amigos.
Estamos no tempo de peixes do rio, em que eu dou supremacia à saborosa lampreia. Altura em que C. S. reunia, em sua casa alguns, poucos, amigos para um almoço de um arroz do celebrado ciclóstomo acompanhado por um Sousão de Trás-os-Montes, ou Vinhão minhoto tinto. Aproveitei assim a efeméride, para quebrar esse silêncio de coruja. E falar-lhe.

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