A tentação portuguesa pelo exuberante ou excessivo é notória. Parece que somos barrocos por natureza e vocação. No falar e no escrever, o excesso, normalmente, predomina sobre o equilíbrio estético. Até nas capas dos livros, hoje em dia, as cores são quase sempre estridentes e berrantes - de mau gosto, em suma. Basta ver as montras da Bertrand, no Chiado...
Por isso, dá gosto ver esta duas capas, em imagem acima, de uma simplicidade e de um notável bom senso discreto gráfico. Do livro de Ernest Jünger, é Ana Jotta (1946) a autora.

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