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quinta-feira, 10 de abril de 2025

Filateliia CXXIV


Desde cedo que a Suíça se apercebeu que os seus selos de correio poderiam ser uma óptima fonte de receita para os seus orçamentos, especializando-se, por isso, os seus serviços postais em temáticas (flora, fauna...) que atraissem o interesse de filatelistas nacionais, mas também estrangeiros.


A qualidade profissional da empresa helvética Courvoisier SA, que chegou a trabalhar para os CTT portugueses (séries heliogravadas do Presidente Carmona, 1945, da 2ª emissão de Costumes Portugueses, 1947, e Dinastia de Aviz, 1949) também contribuiu para o prestígio dos selos suiços e sua divulgação no mercado filatélico.




Logo, outros pequenos países com menores capacidades financeiras, dando conta do sucesso, lhe seguiram o exemplo produzindo séries filatélicas que foram fidelizando coleccionadores a comprarem-lhe as tarjetas postais para os seus acervos. Destacaria, por exemplo, Mónaco, Vaticano, e S. Marino que deixo em imagem comprovativa, na imagem superior.

domingo, 18 de agosto de 2019

Curiosidades 76


S. Miguel de Seide não seria um sítio ilustre e elegante para morrer, pelo menos, até Camilo o ter escolhido. Enquanto Veneza sempre foi mais chique ou mesmo Paris (Neuilly), onde Eça acabou os seus dias. Mas Genebra (Suiça) e as margens do Lago Léman recolheram os últimos suspiros de tantas celebridades, que bem mereciam estar no Guinness.
Atente-se nos nomes de escritores e personalidades que por lá faleceram: Rilke, Stefan George, Joyce, Musil, Thomas Mann, Chaplin, Ignazio Silone, Erich Maria Remarque, Irwin Shaw, Borges, Simenon, Graham Greene, Elias Canetti, Nabokov...E, se calhar, ainda faltam alguns que, por coincidência ou fuga aos impostos, ali vieram a exalar os seus últimos suspiros, mais suavemente.