Dele disse Adolfo Casais Monteiro que: "...sendo o mais puro estilista de todos os seus contemporâneos, ele foi ao mesmo tempo o menos literato, o mais alheio a tudo quanto não fosse fazer cada vez com mais autenticidade a sua confissão." Referindo-se a Graciliano Ramos (1892-1953) que, no meu entender, é, com João Guimarães Rosa (1908-1967), um dos dois maiores prosadores brasileiros do século XX.
Saiu recentemente (Abril 2026), ao que julgo ser uma segunda edição de contos, desta vez, completos do autor, 63 anos depois da impressão da Atlântida (Coimbra) que antologiava apenas 21 contos. Esta deste ano abrange 53. Ambos os livros têm prefácios competentes para a compreensão da obra de Graciliano Ramos.
A saída desta recente edição da E-Primatur com os contos completos do escritor brasileiro é uma boa oportunidade para conhecer, quem o não conheça de leitura, parte da obra deste grande prosador.
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Nunca li A testemunha. E-primatur tem edições cuidadas.
ResponderEliminarBom fim de semana!
Também me parece ser uma boa editora.
EliminarAgradeço e retribuo.