domingo, 31 de dezembro de 2023
Dizeres
Poulenc / Horowitz / Levant
sábado, 30 de dezembro de 2023
Antologia 17
terça-feira, 26 de dezembro de 2023
Decisão
segunda-feira, 25 de dezembro de 2023
Pinacoteca Pessoal 199
domingo, 24 de dezembro de 2023
Osmose 134
sábado, 23 de dezembro de 2023
Ideias fixas 83
sexta-feira, 22 de dezembro de 2023
A todos, uma boa época natalícia
quinta-feira, 21 de dezembro de 2023
Arcaísmos VII
quarta-feira, 20 de dezembro de 2023
Do que fui lendo por aí... 62
Tenho vindo a ler, paulatinamente, um grosso volume de Estudos em homenagem a Jorge Borges de Macedo (I.N.I.C., 1992), composto por mais de 30 trabalhos, sobretudo de História, de professores universitários. De conteúdos diversificados, alguns muito interessantes, eu destacaria uma pequena nota (13), inserta na página 104, do trabalho O domínio e o senhorio no couto de Alcobaça do professor Pedro Gomes Barbosa (1951), que nos informa, na prática, que a agricultura e a pecuária se podem congraçar com a impressão de livros... Vou, então, transcrever a referida nota de pé de página:
" Um documento sobremaneira importante é a carta de doação, infelizmente não datada (mas que pelo tipo de escrita pode ser colocada entre os finais do século XII e os primeiros anos do seguinte), que Fernando Anes faz ao mosteiro de Alcobaça e pela qual lhe doa uma granja em Cós, que ele próprio tinha mandado fazer, e com ela três vacas com o seu touro, seis bois, quatro porcas com três crias e o seu berrão, e duzentas e vinte e seis ovelhas, sendo o lucro da exploração dessa granja destinado exclusivamente à feitura de livros (CR, Al., m. 22, nº 24)."
.jpg)


.jpg)























