quarta-feira, 18 de fevereiro de 2026

Filatelia CLIII


A carta, em imagem, pertencia a um arquivo de um estabelecimento comercial importante de Guimarães (Francisco Martins Fernandes), situado na rua de Camões, e que vendia tecidos e atoalhados.
Nessa altura (1871), os Correios portugueses gozavam de excelente fama de eficácia, profissionalismo e rapidez nas entregas de correspondência e encomendas, que veio a perder-se apenas em finais do século XX.
No que diz respeito à celeridade, podemos ver os carimbos: esta carta foi posta nos correios de Lisboa a 24 de Fevereiro de 1871, chegou ao Porto no dia seguinte (25/2) e foi entregue, nesse mesmo dia, em Guimarães, no armazém de FMF. Ou seja, apenas um dia para cobrir os cerca de 480 quilómetros do percurso.
Isto é que era trabalhar como deve ser!
E não como hoje...      

4 comentários:

  1. Não entendo os atrasos nos correios portugueses e estrangeiros com transportes mais rápidos e estradas muito melhores.
    Hoje a maioria das cartas quando trazem carimbo, este não tem data. Estranho... ou não!
    Boa tarde!

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    Respostas
    1. Fundamentalmente é incompetência. Apesar dos "verdes" e "azúis" com alcavalas imerecidas. Tal como a justiça, é só desleixo e preguiça...
      Boa tarde.

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    2. Posso acrescentar? Sem dúvida que é "desleixo e preguiça" porém, com dolo
      Boa noite

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    3. Tal como na justiça (?), quando ninguém controla, vem o abuso.
      Boa tarde.

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