Há leituras que nos ficam associadas para sempre a determinados lugares. Sei que o primeiro contacto que tive com haiku, foi na pequena mas bem escolhida biblioteca da embaixada do Japão, em Lisboa. As obras menos acessíveis de Shakespeare, li-as na Biblioteca de Galveias, ao Campo Pequeno. E os futuristas ou modernistas portugueses (prosa de Almada Negreiros e Mário de Sá-Carneiro, principalmente) foi na Biblioteca da Universidade de Coimbra, que primeiro tive contacto com eles, nos anos 60. Porque as obras estavam esgotadas, não havia ainda reedições e eram de difícil acesso, por outras vias.
E, por isso, acho curioso que vá ler, pela segunda vez, o Nome de Guerra, de Almada Negreiros, por uma cópia fac-similada do original (provavelmente) que li, em Coimbra, há tantos anos atrás. Porque adquiri um exemplar, que vem hoje com o jornal Público, pelo preço habitual e módico de 5,95 euros.
Aqui fica a lembrança para quem o queira também comprar.
Uma boa sugestão. Gosto muito do Almada Negreiros.
ResponderEliminarEstá justificado o poste!
ResponderEliminarObrigado, Margarida.
Já o tenho e comecei a lê-lo. Ainda não li nenhum dos outros da colecção, mas neste comecei por ler a introdução do João Gaspar Simões e segui lendo o livro, que apesar de ter noutra edição, nunca li.
ResponderEliminarEstou a adorar ter esta colecção!
Boa tarde!
Ora viva, Isabel!
ResponderEliminarTambém eu já li o prefácio de JGS.
E folgo que goste da colecção: é uma iniciativa bem interessante e útil.
Boa noite!
Mandei guardar o livro, que nunca li, mas, com o dia agitado que tive hoje, esqueci-me de o ir buscar. Agora fiquei cheia de pena por não poder, já esta noite, ler ao menos o prefácio de João Gaspar Simões. Amanhã será... sem falta!
ResponderEliminarO importante era não o perder.
ResponderEliminarUma boa noite!