O título é o dum poema de Alexandre O'Neill, que o fez, depois de ver um filme de Jean-Yves Cousteau. E que me veio à memória pela posta generosa de cherne grelhado que me chegou à mesa, acompanhado por um branco Monte das Servas (lote feliz de Roupeiro, Antão Vaz, Arinto e Sémillon, com 12,5º comedidos) que se portou muito bem e à medida deste peixe nobre (e caro) que eu já não provava há vários anos. Para memória futura, aqui fica exarado que é, dos bichos marítimos, um dos que menos sabe a peixe. Embora de lasca firme e bem saboroso.
.jpg)
Também gosto de cherne.
ResponderEliminarBoa semana!
Fresco é excelente.
EliminarAgradeço e retribuo.